segunda-feira, 10 de março de 2008

Por que eu odeio o inverno?


Estamos em março, daqui a duas semanas o verão acaba. Depois vem o outono, que não é tão mau assim. Bem mais tarde, lá em junho, começa o inverno. E eu já estou sofrendo por antecipação. Detesto o inverno, odeio passar frio. Tudo bem, eu sei que o Brasil não tem aqueles invernos gélidos da Europa, com camadas e mais camadas de neve. Mas eu moro no Rio Grande do Sul e o inverno daqui é rigoroso, para os padrões brasileiros. E, se existe alguma coisa que eu não entendo nesse mundo, é como alguém pode gostar da estação mais fria do ano. Não gosto e tenho meus motivos.

Porque os meus pés e as minhas mãos ficam sempre gelados
Quando eu encosto em alguém, me chamam de cadáver insepulto. Passo o inverno inteirinho com as mãos congeladas. Adoro dar uma de malvada e tocar no rosto das pessoas, de surpresa. Não é uma grande vantagem, mas preciso de me divertir com alguma coisa, afinal. Já os meus pés, coitados, ainda não descobri qual é o segredo de mantê-los aquecidos. Com uma meia só, eles viram picolé. Com duas, eles continuam frios. Com três meias ou mais (!), eles suam. Pés suados ficam molhados. Pés molhados ficam frios, muito frios. Acho que morri mesmo, e esqueceram de me enterrar. Se pelo menos eu hibernasse...

Porque eu moro num frigorífico
Não é normal ter que ficar encasacado dentro de casa, certo? Só se for na dos outros, porque aqui é questão de sobrevivência. Por que não temos calefação? Por quê? Por quê? Temos uma lareira, mas ela não esquenta todos os cômodos e ainda deixa o ambiente com cheiro de queimado. Classe é isso aí.

Porque o sol tira férias
Existe coisa mais linda, nesse mundo de Deus, do que um dia de sol? Durante os meses de frio ele até aparece, mas fica tão pálido, tão anêmico... Não é aquele sol de verdade. Dá uma peninha, um desânimo, uma preguiça... Tudo fica tão feinho... O jeito é esperar pelos dias mais quentes do inverno, o famoso veranico.

Porque as roupas são sem graça
Eu não nasci, definitivamente, para usar botas e casaco de couro (que esquenta droga nenhuma). Não sou um peão! Sou uma mulher que gosta de usar vestidos, saias, sandálias de salto alto. Meus pés estão sempre impecáveis e até são bem bonitinhos, delicados. Aí, chega o inverno e acaba com o meu prazer. Lá vou eu, passar longos meses de calça comprida e blusa de lã. Entrouxada. Dormir de pijama. Não mereço isso!

Porque eu me sinto injustiçada
Uma das coisas mais deprimentes, para quem está vestindo dois blusões de lã, três meias, duas calças e botas, é ficar sabendo que, amanhã, vai fazer 32 graus em Cuiabá. Essa notícia faz minha imaginação voar. Fico pensando no que eu faria numa temperatura boa dessas. Tomar sorvete, usar vestido de alcinhas, andar de pés descalços. Pior ainda é ver imagens do “inverno”, em certas partes do país. Ver as pessoas todas agasalhadas, até de gorro, porque está fazendo 17 graus. Nessas horas, me revolto e fico batendo boca com a tevê: “Desde quando 17 graus é frio? Quem me dera estivesse quente assim aqui! Ô gente que não sabe aproveitar a sorte que tem!”. Depois, levanto e vou tomar mais uma xícara de chá. Ajuda a esquentar as mãos...

Porque amanhece mais tarde e escurece mais cedo
Meu horário de trabalho é decente, não preciso levantar de madrugada. Mas já passei por isso. Era horrível sair de casa no escuro e voltar já com a noite fechada. A impressão que eu tinha era de que o dia passou e eu não vivi. Nada pode ser pior.

Porque tenho que aturar notícias sobre neve nas serras gaúcha e catarinense
Mais uma coisa que me faz bater boca com a tevê (sou doida, sim). Uma nevezinha à toa, que mal consegue cobrir os telhados das casas, e as pessoas lá, sorridentes, tirando fotos e se emocionando, como se estivessem em Aspen. E ainda fazem questão de aparecer no Jornal Nacional, dando tchauzinho para as câmeras! Odeio que me façam ficar com vergonha alheia.
Que venha o inverno, já que não há nada que eu possa fazer para impedir. Só espero que ele demore um bocadinho para dar as caras e que não seja muito rigoroso. Das duas, uma: ou eu aprendo a gostar dele, ou vou morar no Amapá.

sábado, 8 de março de 2008

Prêmio SIMATA da TV brasileira

A Tali-coisa corporation, associada À Descemãinhaordinária produções, orgulhosamente apresenta...



Prêmio SIMATA de piores da TV Brasileira 2007 (início de 2008)!!!!!


Categorias:

Simatou no teste do sofá (pior atriz)
Só ta lá por que é bonitinho (pior ator)

Simata, mas antes passa na fono (voz mais irritante)

Mimatou de vergonha alheia

Tirou a xerox, simata (pior imitação)

Simatou, mas voltou atrás (espírito de novela)

90210 (plastificadas)

Carreira meteórica, a que nunca sobe (sub celebridade)

Não mimata de rir... (pior humorístico)

Simata, doida (pior apresentadora)

Simata, doido (pior apresentador)

Simata, nem minhavó agüenta (pior novela)

Pode por... Na bunda? (programas que devem sair do ar)

Lavô de ouro (pessoa mais bela da TV)



Agora é com vocês:

Nos comentários, deixem suas sugestões de quem deve concorrer ao que. Se quiserem, também podem sugerir categoria, pois, diferentemente da TV, o Tali-coisa é democrático...

E ah, os votos não serão manipulados como no BBB.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Mudanças

E aê, cambada!

Tudo bem por aqui?

Só passei pra dizer que minha vida está uma loucura essa semana. E acredito que a loucura será prolongada por mais alguns dias. Mas pelo menos é por uma ótima razão. Excelente, na verdade.

Vocês lembram quando no início de 2008 eu fiz minha lista de resoluções para o ano novo, certo? Então, uma dessas resoluções acaba de se concretizar. Eu consegui um emprego novo! Agora é correr atrás do carro e do namorado!

E por isso está uma correria. Tenho que deixar tudo em ordem na agência que eu ainda trabalho, fazer exame admissional, entregar documentos e essas coisas todas. Mas, enfim. Tô super feliz e vim aqui pra compartilhar isso com vocês, queridos leitores e companheiros de blog.

E eu só queria dizer que, por mais livro de auto-ajuda que isso possa parecer, vale a pena, sim, lutar por aquilo que a gente quer. Vale muito a pena.

Se eu sumir daqui (o que eu pretendo não deixar acontecer) vocês já sabem o por que. Vai ser um pouquinho mais difícil postar os textos, porque meu horário de trabalho vai ser meio maluco, mas vou fazer o possível pra não deixar as quintas-feiras abandonadas.

Um grande beijo pra vocês!

quarta-feira, 5 de março de 2008

O Dia em que [quase] fui Pisoteado por uma Vaca

Vacas, carneirinhos, gatos, muitos gatos, cachorros e mais algumas vacas.

Fazendinha Feliz do Ronald McDonalds? Não, ledo engano. Trata-se do cenário do campus universitário onde estudo. Lá se pode observar todo um arsenal de animaizinhos ruminando e entravando os caminhos de carros e pedestres.

Dizem que é por culpa do curso de Veterinária, que espalha suas crias pelo Campus. E é até bonitinho ver a relva pontilhada de bufalóides mal encarados, mas o fato é que depois de um dia desumano de estudos, me deparei com a figura de várias vaquinhas perto da Reitoria, e eu precisava passar por lá se quisesse voltar pra casa. Ocorre que uma delas, que tinha cara de vaca holandesa, protegia desesperadamente seu bezerrinho e me viu como uma tremenda ameaça. Ora, imagine... Ela me fitou como se dissesse “Ei, cara-pálida! Tira o olho do meu bezerrinho ou você vai se entender com meus chifres”. E eu fiz um grande esforço pra parecer estar dizendo “O que diabos eu iria querer com esse seu bezerro de merda E de merda? Vaca-louca, você...”.

Quando a danada veio em minha direção a plenos vapores, eu imaginei todo o escarcéu que haveria de acontecer. No dia seguinte, as manchetes nos jornais locais “Estudante Universitário Morre Pisoteado por uma Vaca”. Ou “Vaca-Louca Agride Mortalmente Estudante Universitário”.

Mais embaixo, os depoimentos dos meus amigos consternados “Era um amigo incomparável, nunca ameaçou nenhuma vaca aqui do Campus”; “Nossa, não tinha vícios, sempre passou longe dos búfalos e respeitava as vaquinhas contritamente”.

Talvez tenha sido esse momento de distração que estranhamente fez a vaca perceber que eu era lesado o suficiente e não valia uma pisadela sequer.

Agora eu aproveito pra deixar o clamor aos meus amigos: Gente, se eu morrer qualquer dia desses, por vacacídio ou o que quer que seja, favor não criar aqueles detestáveis profiles ‘dead people’ no orkut, ta? Isso é mais tenebroso do que morrer pisoteado por mimosas universitárias.

Vaquinha Universitária muito pouco amistosa

terça-feira, 4 de março de 2008

Dei o basta

Se eu tivesse um carro não passaria por isso. É o que eu sempre penso quando recebo alguma cantada ridícula na rua. Céus, ô coisa desagradável. Deve ter quem aprecie, mas prefiro passar sem.
Nem vou escrever aqui as tosqueiras que já ouvi, seria muito baixo astral para o blog. Ontem foi um caso sui generis: a primeira vez em que eu pensei que o cara pudesse ser um maníaco sequiçual.

Estava voltando tranqüilamente para casa, ainda não tinha anoitecido e eu só pensava em comer, tomar banho e dormir, a rua não estava totalmente deserta e logo na minha frente andava um senhor de aproximadamente oitenta anos. Então, um cara atravessa a rua e começa a andar atrás de mim – e começa a falar. Inicialmente eu não me importei, dentro de poucos segundos ele iria se calar. Só que nem foi o que aconteceu, e aí a coisa ficou mais preocupante: um velhinho na minha frente, um cara falando rápido e baixo um bocado de bobagens (podem reparar que geralmente a gente não consegue entender metade do que eles falam), sem contar que esse gostava de repetir “você arrasa”(oi?) e “posso ajudar?”(eu carregava uma sacola de supermercado) . A situação toda já demorava uns cinco minutos e eu pensava para que lado eu iria correr, o homem tinha um jeito de recém-saído do hospício. Quem me ajudaria? O velhinho?

Já estava perto do ponto de ônibus e tinha uma quantidade significativa de gente parada por lá, acho que com a proximidade de casa eu fui ficando mais raiva e o homem não desistia, então aproveitando a presença da galera que esperava o ônibus eu simplesmente dei um mini-surto na rua:
- Você quer me ajudar?

- Então sai de perto de mim, PORRA!
Sério, nem sei como eu tive coragem de gritar isso. Eu sou uma pessoa das mais tímidas possíveis e ainda por cima, aparento ter uns quinze anos. Quando contei minha mãe nem acreditou, ela é do tipo que rouba o ladrão que roubou a carteira dela (já fez isso mesmo, só pode ser doida) e que chama pivete para a porrada (quando tentaram roubar um relógio...). Credo. Prefiro não chegar nesse nível.
Não dá pra dizer que o pessoal no ponto de ônibus aplaudiu, mas teve gente que olhou feio para o imbecil. E eu cheguei em casa me sentindo leve, pelo menos o cara levou um susto.



Lembrou o Capitão Planeta, mas é o anel com spray de pimenta: loosho!

segunda-feira, 3 de março de 2008

Conversando com Mika (who?)

Adoro conversar com minha prima Mika. Nós moramos longe e nos vemos pouco, mas felizmente existe o abençoado MSN. Trocar mensagens instantâneas com ela é sempre uma aventura. A seguir, três historinhas de duas garotas lindas, simpáticas e solteiras (sabe Deus até quando).

Vassourada na cabeça dos outros é refresco
Mika:Ele é machista...
Luna:Como assim?
Mika: Ah, ele acha que serviços domésticos são coisas de mulher.
Luna:E levar uma vassourada na cabeça, é coisa de homem? Pergunta pra ele! Meu sonho é dar uma vassourada na cabeça de alguém! Queria ter uma daquelas de palha, sabe? Deve ser emocionante!
Mika: Tu tens cada sonho esquisito! E não é palha, é piaçava!
Luna:Ué, tem gente que bate nos outros com aqueles paus de macarrão... Só que aquilo machuca, né? Minha intenção não é machucar, só extravasar a raiva! Uma vassoura de palha não deve machucar... Nunca mais vi daquelas para vender!
Mika:Vou ver se encontro aqui. Se achar, te dou uma de aniversário! E é piaçava, pequena anta!
Luna:Ai, whatever! Mas adorei! Quero ganhar, sim! Mas vou deixar guardada, tipo, pra usar só em ocasiões especias... Quando eu quiser bater em alguém...
Mika:Por favor!!!
Luna:O quê?
Mika:Nunca vi alguém ficar contente por ganhar uma vassoura de aniversário!
Luna:Ah... Se eu ganhasse de um marido ou namorado, não ia gostar. Mas nesse caso é diferente.
Mika:Tu não podes ser certa da cabeça, guria!
Luna:Demorou pra notar, né? Mas tu podias comprar uma pra ti também! Criar uma nova tradição na família: mulheres que batem nos maridos com vassoura!
Mika:Ah, sim. Perfeito! Daí mesmo é que ninguém vai querer casar comigo...
Luna:Tansa! Ele só vai saber disso depois que casar!

Relação sem noção
Mika:Minha mãe demorou pra me dar um três-em-um.
Luna:Três-em-um?! Fala sériooooooooo! Há quanto tempo não escuto isso! Ó, tu tá denunciando a idade, viu?
Mika:De vez em quando eu acho que tenho espírito de velha!
Luna:Eu também... Esses dias perguntei pra uma pessoa se o namoro dela tava firme! Firme! Isso é pergunta que se faça?
Mika:Hahaha! Mas o pior tu nem sabe... A minha colega, esses dias, tava contando que ia parar de tomar pílula, porque terminou com o namorado e não tava mais tendo relação. Relação!!!
Luna:Relação? Que horror! Coisa mais tosca. Se dependesse da palavra, ninguém mais ia querer fazer sexo. Imagina só.
Mika:Hahaha! Imagina: “Vamos ter relação?”.
Luna:Olha:“Eu quero ter relação com o Brad Pitt!”.
Mika:Ah, isso eu também!
Luna:Aff! Não tô dizendo isso! Tô falando da palavra! Mas eu também queria, viu?
Mika:Certo! Imagina na locadora: “Moço, tem aqueles filmes de relação?”.
Luna:E no status do MSN, dá pra botar: “Ausente – tendo relação”.
Mika:Pronto! Relação é a palavra do momento!
Luna:Né? Vou divulgar!

Vó (quase) namorando, netas (ainda) a ver navios
Mika:Hmmm... Entendi tudo!
Luna:Tudo o quê? Não seja boba, como diz o Jorge!
Mika:Jorge?
Luna:É... Aquele que era a fim da vó. Ele sempre dizia: “Não seja boba!”.
Mika:Percebeu uma coisa?
Luna:O quê?
Mika:Até a vó tem pretendente!!!
Luna:Hahahaha! E nós somos hiper mega losers! Mas quais serão os segredos de sedução da vó?
Mika:Devem ser os vestidos floridos.
Luna:Nem. O segredo é convidar o pretê pra tomar café e ver o Sílvio Santos! Tipo, eles estavam sempre fazendo isso!
Mika:Bah! Será que tem alguma coisa afrodisíaca na voz do Sílvio?
Luna:Quem sabe? Mas já decidi: o próximo homem que eu quiser conquistar, vou convidar pra vir aqui em casa, tomar café e ver o Sílvio!
Mika:Mas tem que dar alguma coisa pro cara comer, né?
Luna:Uiaaaaaaaaaa! Mas já? Que indecência! A vó não aprovaria essa libertinagem!
Mika:Abobada! Ai, no tempo dos casamentos arranjados era bem mais fácil...
Luna: Ô, desespero! Bora mudar de assunto?

Depois de ler e reler nossos fabulosos (oi?) diálogos, quero deixar um recadinho para minha querida Mika. Fico muito feliz de poder compartilhar bobagens e divagações contigo. E mais feliz ainda por saber que não sou a única solteirona (palavra forte, essa) louca da nossa ilustre família. Vamos em frente, que a gente nunca pagou imposto para rir.

sábado, 1 de março de 2008

Ode to my sister

A luz do sol entrava pela janela e iluminava, de forma bastante agradável, todo o cômodo razoavelmente espaçoso.
Revistas estavam espalhadas por cima da cama bagunçada, o que denuncia que alguém ficou até tarde da noite fazendo testes de publicações para adolescente. Acima do criado-mudo, ficam porta-retratos estilosos , presentes de amigo-oculto, com fotos das amigas, um rádio relógio e muitos apetrechos de maquiagem.
Do outro lado, uma cômoda e uma mezinha antigas contrastam com posters da banda do “momento”. Na prateleira, filmes melosos como Titanic ficam ao lado de filmes da Lindsay Lohan (o favorito é Meninas malvadas).

Por que ela é assim... Um contraste
Ela é Barroca...
Ela é de um romantismo descolado...
De uma modernidade antiquada...
De uma irresponsabilidade totalmente responsável...
Ela tem um ar antipático e hiper-cativante...
É uma mistura de Regina George com personagens da Mandy Moore...
É boa, mas não é boazinha...
É má, mas não é perversa...
É piedosa, mas é vingativa (viu, não foi, Amanda?)...
Tem uma futilidade tão sensível...
É mega vaidosa, gasta um rímel por mês, quando sai de casa, mas nela, parece uma participante do No limite...
É amiga...
É sincera, porém ponderada...


Já fez judô, mas hoje não troca o ballet por nada...
Ri com tudo, coitada, parece uma lesa...
Protagoniza as situações mais engraçadas... A última foi ter sido injetada de valium por que estava dando piti no hospital ( “Ninguém me atende nessa merda!” Gritava ela)!
É do tipo de pessoa que quando chega, todo mundo diz oba!
É amável, mas não é melosa...
Não é melosa, mas chora por besteira...
É linda e sabe disso...
É uma verdadeira líder (disso ela não sabe) no estilo “O monge e o executivo”
Trata todos de forma igual... Mas os mais próximos ela trata na dinâmica “uma tapa e um assopro”.
Faz tudo pra ajudar, mas quando cansa... Manda é tomar no cu!
Quem a ama, faz tudo pra defendê-la...
Quem a odeia, não consegue atingi-la...
E eu a amo muito (mas nem sempre)...

(aí está ela e o cristal segurador de peito que torou no meio da festa...)






Ela ( esquerda) e o ex-ficante (tirando a foto) no bloco das das quengas...