A pedidos insistentes da Meg, e premiando sua conquista universitária, falo um pouco de minha viagem à São Paulo de outro modo, focando mais o tocante à festa.
Não sei bem como as pessoas se sentem quando chegam pela primeira vez a São Paulo. Eu me senti rapidamente dentro de uma tirinha do Laerte. As sucessões de viadutos, prédios antigos e novos, os edifícios invadidos, construções caindo aos pedaços e outras (por vezes bem antigas) tinindo de tão conservadas.
No percurso de Congonhas para o metrô Tirtadentes, parecia que eu estava em um episódio do programa Rá-Tim-Bum. Exceto por a Dona Fabiana Delírio não ter atendido ao telephone, tendo sido salvo pelas orientações precisas da Nana, foi muito fácil andar pela cidade. Conveniente notar que o percurso do aeroporto à casa da Mariana (sogra da Nana) já dá quase uma Goiânia inteira.
Monique, Flávio (que fizeram caras de “Ele existe!”), Nana, Smurfete e Lady Sith foram os primeiros foristas que conheci pessoalmente.
Passei menos tempo do que gostaria naquele primeiro andar do sobrado, no térreo havia uma oficina de segurança electrônica. Da janela norte via um mar de telhados e edifícios residenciais, de um deles certamente alguém se perguntava como alguém poderia morar naqueles sobradinhos, sem piscina nem elevador. Pois a moradora daquele vive muito bem. O espaço é pouco, mas o coração é grande e quem chegar encontra acolhida.
Fomos de sopetão para o ponto de ônibus, por uma vielinha charmosa onde mal passa um Fusca, imagino a frustração de quem queria um Landau (quando era barato) e era traído pelos dois metros de largura do Ford. Não estou acostumado a fazer o que dá na telha, minha vida é muito amarrada a outras, então estranhei o “vamos”.
Que cidade enooorme! E como é cheia de aclives e declives, só lá entendi porque acham Goiânia plana.
Nos dividimos em uma das estações de metrô e o meu grupo foi de encontro à Audrey, a estrela estrelosa e estrelante da festa. Alguns minutos à espera, em frente a um Café, e o Flávio aventando a possibilidade de sermos abordados pela polícia. Mas eis que chega aquela figura majestosa de braços abertos. Ah, que abraço gostoso!
Nos enfiamos no Ecosport do irmão dela e fomos, quase dando piruetas por ruas que mais pareciam saídas de um seriado dos anos 1970. Na Raposo Tavares nós nos perdemos. Básico. Uma bifurcação quase arrebenta o cárter do carro, pois estava muito escuro e faltava iluminação pública no lugar. Seguimos serelepes, tentando avistar um letreiro, até que alguém (creio que Monique) avistou o motel, lá atrás, tivemos que encontrar um retorno.
Mas chegamos. Entramos sem dificuldades, demorou um pouco até encontrarmos o local da festa. Eu, um caipira desengonçado que nunca tinha entrado num lugar desses, estreei em uma baita suíte com vários andares e chiliques diversos. Encontramos o Shanti e a Serena, que mais parecia uma bonequinha de porcelana em trajes de rebelde-pro. Não sei se dei bandeira, provavelmente sim, o certo é que continuo gostando dos meus momentos de reclusão, mas na hora de ultrapassar cinco mil giros as válvulas já se abrem totalmente. Conheci a Clarissa Passos ao descer uma escada, juro que pisei no pé de alguém, estávamos só nós naquele momento e ela negou a pisada, deve ter sido no do espírito de uma bruxa que me acompanhou.
Chegada a hora da festa, quem estava dentro teve que sair, para verificação de praxe dos motéis, pois entrar em um ainda dá status aos moleques de carinhas espinhentas. Assim que reentramos a festa começou de facto. Não acreditei, mas dancei no meio de gente à qual eu só conhecia, se muito, por photographias. Deve ter sido estranho me verem dançando, ainda mais dançando hits gays já consagrados, no palco e com episódios de “The Muppets Show” passando no telão ao fundo.
Me chamaram a certa altura, Audrey tinha entrado na piscina. Deveria estar desacostumada ao calor (Vem para Goiânia para ver o que é calor) paulistano. Logo João e Cristiane se enfiam na água também. Logo Clarissa e Lacerad se jogam e a farra começa, com este subindo e descendo no tobogã pelo escorregador. Quando decidiu descer de verdade, quase arranca a cabeça da Cristiane. Eu até estranharia se fosse gente comum, mas eram foristas do Garotas Que Dizem Ni.
Desacostumado a varar a noite sem ser à trabalho, senti o cansaço em alguns momentos. Fosse em serviço, amanheceria para pegar outro turno, mas uma festa é algo totalmente diferente. Me recolhi para um cochilo rápido, que a Moniqueta fez questão de registrar.
Um dos momentos marcantes foi a chegada de Carolina e Quinho, quando entreguei à dama trimétrica a compota de pequi que lhe prometera há dois anos, e ela me retribuiu com uma caneca ilustrada com imagens de Marilyn Monroe. Fizemos pose, claro, e eu fiquei horrível na photographia.
Como sou abstêmio e não como carne vermelha, e ninguém é obrigado a se privar do que gosta por minha causa, passei à base de água mineral, pondo em prática um aprendizado de muitos anos. Passei bem, no tocante a isto, saracoteando em meio a amigos recém encontrados e apertando laços que ainda estavam frouxos. Com a bruxa me cutucando em modo perispírito, continuei percorrendo os aposentos do lugar, me encantando com como os paulistanos se vestem muito melhor do que nós, mesmo levando em conta que era uma festa. Porque goiano pensa que se vestir bem é gastar muito, então paga trezentos reais por uma marmota e pensa que está abafando.
Iluminação por laser, gelo seco, parecia uma discoteca. O ponto é que ninguém queria me ver parado naquela pista. Tive que me virar para dançar thriller e imitar um zumbi, foi o momento mais bizarro, eu não me lembro da coreografia, depois me chamaram de robocop zumbi.
O problema maior de ter tantos amigos é que o tempo acaba conspirando contra. Na madrugada do dia seguinte tivemos que terminar tudo. Mas não sem antes uma mancada minha, saí sem levar a bolsa de viagem. Nana, que detesta incomodar, ficou brava, frenética, até mais bonitinha, ligou para a sogra e fomos no carro do Dark. Ela e Smurfete foram deixadas em um ponto de ônibus, fui com Lady Sith de volta ao sobrado, e o bom camarada fez questão de nos deixar no aeroporto. De manhã, com os carros desenvolvendo boa velocidade, a cidade fica maior ainda. Não tive tempo para sacar minha câmera, o Viaduto do chá passou rapidamente.
A última forista que vi foi a Lady, de quem me despedi já dentro das instalações do aeroporto. Deixei alguns reais para o fisco paulistano, lanchando e comprando um jornal que humilha facilmente todos os jornais goianos juntos, e uma revista.
Enfim, uma hora depois eu senti o coice da arrancada e logo o avião rumou para Brasília, de onde peguei conexão para Goiânia. O choque térmico foi grande, desci na pista do Santa Genoveva para entrar naquele prédio que já está caindo aos pedaços, um deles quase matou um usuário, que por pouco não foi atingido pelo forro do teto.
Mymi não foi, se tivesse ido teria ficado lá, tenho certeza. Largaria tudo e se encontraria na cidade-estado de São Paulo.
Quanto à bruxa, é uma amiga que esteve extra corporeamente na festa e me provou, descrevendo tudo, inclusive o bonitão (João) e o Gato (Sol) que mais lhe chamaram atenção, além de como ajudou o Flávio a me manter no centro nervoso do folguedo.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Festa no Motel
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Nanael Soubaim
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Irrelevância...
"A única coisa que um judeu precisa saber é que Moisés ensinou que havia um só Deus para todas pessoas. O resto é irrelevante. Um cristão precisa saber que o Cristo mensageiro disse para amar o próximo como a si mesmo e Deus sobre todas as coisas. O resto é irrelevante. Os budistas precisam saber que Buda ensinou que devemos nos desprender de nosso orgulho, ego, cobiça e ambição material. O resto é irrelevante. A única coisa que um muçulmano precisa saber é que a guerra santa que o profeta ensinou não é uma batalha contra outras crenças. E sim a conquista do nosso próprio mal, tentações e orgulho. O resto é irrelevante. E a única coisa que um ateu precisa entender é que nós, não um deus distante, somos os responsáveis por nossas atitudes. O resto é irrelevante." Texto publicado no Saindo da Matrix, que pra mim é a 8ª maravilha do mundo moderno. E que traduz 90% do que eu penso. Sem mais palavras.
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Edu
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19:34
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Isso nunca vai dar certo!
Existem algumas coisas que realmente parecem fadadas ao fracasso, mas que acabam se tornando um absoluto estrondo.
São bem conhecidas as histórias de pessoas que apostaram tudo contra algo que acabou enchendo os bolsos de quem acreditou no negócio. Por exemplo, um grupo de rapazes com som estranho e penteado mais ainda foi chutado porta afora pela Decca Records em maio de 1962. A gravadora achava que aquele som nunca teria sucesso. Sim, eram os futuros Beatles. O dono da Decca deve ter roído os colovelos de raiva.
Imaginando algumas coisas que me parecem um bocado estranhas, mas que não apenas foram bem sucedidas como chegaram a permear o imaginário de gerações inteiras, eu acho que acabaria agindo igual à Decca Records e chutando coisas como...
... uma dupla de cartunistas fracassados que de repente, durante uma bebedeira, faz uma paródia a outras séries e lança, de forma independente, as "Tartarugas ninjas mutantes adolescentes ". Mas não me julguem, nem eles acreditavam nelas a princípio;
... desenhos com falhas óbvias na animação, como a boca imóvel dos personagens enquanto eles falam/gritam/etc (e não estou falando de falhas na dublagem), os cenários fixos, segundos inteiros mostrando o personagem parado, pensando em voz alta. E não teria o lucro vindo de coisas como Dragon Ball (podem me tacar pedras todos os fãs, é MUITO mal animado, não faz juz aos mangás, e nem me venham falar de estilo! Uma animação muito bonita nessa linha é As Viagens de Chiiro). Enfim, eu perderia dinheiro;
... um garoto que de repente se tranforma em campeão de caratê encerando carros e pintando cercas. Mas TODA década de oitenta e todo mundo que já assitiu Sessão da Tarde na vida já parou alguma vez pra assistir o risível Karatê Kid. Hoje eu desconsideraria investir no projeto, mas confesso que sim, eu gostava dessa história sem sentido;
... um aparelho de telefone que permite que você seja localizado em qualquer lugar, uma espécie de algema tecnológica que tem levado a arte da obsolência programada ao mais alto grau. Mas.... que conseguiu ser imposto como necessidade, embora funcione muito melhor quando a gente realmente não precisa dele. E novamente eu perderia rios de dinheiro....
É o que dá avaliar mal as coisas...
E você, que coisa de sucesso teria dispensado?
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Adriane Schroeder
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Maria Cristina 3
Os colegas talicoisers saberão compreender que a data não pode passar em branco. Por esta fineza agradeço.
Dama de finos modos e brava disposição, ergue sua mão caridosa em prol dos seus, mas são seus todos os que a buscam.
Toda a vida desta dama bravia e meiga se debruça no labor sem trégua, em sua tendência inata ao bem comum e ao serviço completo à resolução do problema.
Repousa unicamente na mansidão de sua consciência limpa, que não lhe acusa ter feito menos do que poderia, pois as horas de um dia não lhe bastam para executar o que gostaria.
Neste ano estão completas duas décadas de uma fértil amizade, desde aquela menina atrevida a me deter em marcha, até a moça que já não esconde mais o cansaço pelas lutas travadas. Mas mesmo cansada ela segue, prossegue e consegue.
Consegue dar ao aluno um fio de esperança naquilo que tinha como falido, ao servidor o consolo e o ombro que talvez não encontre em casa, aos amigos os préstimos que quase a tornam onipresente.
Consegue impôr sua vontade ao figurão sentado em seu status, mostrando-lhe os limites que sua petulância infantil não deve ultrapassar, acolhendo a causa que o medo alheio legara ao rápido esquecimento da covardia coletiva.
Quantos funcionários públicos se gabam de, com freqüência, terem a visita de ex-alunos que por lá passam só para dar um abraço e dizer "Te amo, Mãe Cristina"? A maioria não ouve isto em casa. São frutos doces e nutritivos cujo pomar ela vem cultivando nos últimos vinte anos.
A guerreira solidária expõe e dispõe todos os seus recursos pelo que abraça. Não ganha para isso, nem mesmo a gratidão dos que são pagos para realizar o serviço, mas não realizam. Seu carro está sempre a serviço da comunidade, pois dos oficiais os motoristas não se encontram, e se encontrados não se comovem. E lá vai ela com seu etanol, seu lubrificante, seus pneus, sua paciência e sua juventude sendo gastos sem esperanças de reposição.
Ah, Maria Cristina, quem dera fosse cada um tocado por teus exemplos, te visse como uma bússola giroscópica à qual os ímãs não desnorteiam. Quem dera ganhasse por sua utilidade e não pelas tabelas levianas do governo; estaria rica.
Utilidade, aliás, separa seus desejos dos vulgos. Não deseja em prol de seu desfrute exclusivo, mas para se melhorar e melhorar o que faz. O problema é que o mundo protege os maus, os bons não convém pois não adulam. Ela não adula, às vezes mima um pouco, mas sua face endurece e atemoriza sem esperar pela segunda necessidade. Fosse má, teria suas vontades satisfeitas sem demora por um mundo que não merece sua graça.
Quando seguia o declive ao orbe que hoje habita, os anjos já a advertiam para as agruras que encontraria e para a perversidade que se poria em seu caminho. A perversidade, saibam, não é apenas a ação, mas também a inação consciente de quem deveria agir. Sua pessoa delicada desceu à truculência retórica do mundo machista, mas não baixou a cabeça à infantilidade mórbida dos espíritos fracos. Nunca esperou por ajuda, sempre pediu, mas também sempre agiu antes que o primeiro se levantasse em seu favor.
Ela se fez por si mesma. Por seus méritos é a autoridade moral de hoje. Por suas mãos se unem as espheras estadual e federal, para suprir as necessidades que a deficiente comunicação sufoca.
Os de coração duro não percebem que as flores evoluem quando ela passa, algumas se abrem. Se vissem seriam fulminados pela inveja que já os corrói.
Não se deve tomar seu tempo em vão, ele é escasso, precioso, raro pela falta de recursos humanos que lhe supram as necessidades. Em não podendo ajudar, é bom que não atrapalhe, o que geralmente significa se despedir e se retirar. Embora doa abrir mão de uma companhia tão nobre a amorosa, seria pior ter o dedo da consciência me acusando de dificultar ainda mais uma lida já complicada. Melhor voltar noutro dia.
Muitos assuntos, muitos tópicos importantes se perderam nesta toada. É comum ter algo a me dizer (e vice-versa) que as urgências súbitas soterram de pronto. Com a família não é muito diferente, desta ela também sente pela convivência esporádica.
Não se trata de uma pessoa do povo, mas uma pessoa que se pôs junto ao povo de livre arbítrio. Embora sem posses, sua educação é esmerada e sua formação altamente qualitativa. Não fez macetes de memorização para esquecer tudo ao fim da prova, tampouco se esforça em ouvir notícias futilmente tecidas sobre gente fútil, o que por si só já a elitizaria. Sua cultura sólida e vasta é legitimada pela aplicação, na medida do possível, na vida prática. Foram anos juntando medicamentos e baterias vencidos até Goiânia finalmente ter um fim adequado ao montante, isto em uma cidade em que ecologia é só uma palavra da moda, à qual a maioria sequer sabe mencionar utilidade.
Vinte e Cinco de Fevereiro é uma data discreta, cuja luz só enxerga quem se dispõe a pagar o preço, pois se fica cego para o egoísmo reinante neste triste início de século. Em verdade ela só é revelada a quem faz por merecer sua confiança. Eu tenho a bem aventurança de enxergar esta luz de muitas matizes, pois ela gosta de cores, tanto mais quanto mais berrantes e emperuadas. O que se pode negar a alguém assim, que oferece tanto e quase nada pede para si? Aceitei usar uma camisa que é um escândalo para meus padrões.
Embora o panorama pareça melancólico, não precisa muito mais do que um "oi" para seu sorriso se abrir. Ela não se entrega, não se dá por vencida nem a mão à palmatória. Não dá mais respeito que o merecido e não se intimida por um uniforme cheio de penduricalhos. Neste plano não sombrio e de atmosphera tão pesada, ela é a luz da vida dos que a cercam, o faról a guiar em meio à tormenta das emoções baixas tão em voga, a voz a neutralizar as das sereias vampíricas que seduzem os incautos.
Vinte e cinco de Fevereiro é aniversário dela. Ela vai acordar cedo, após ter voltado muito tarde do trabalho, e voltar a trabalhar. Ela poderia tirar o dia de folga, por direito de tradição, mas então não seria Maria Cristina. A pessoa mais útil que conheço.
Com a graça Divina, no ano que vem trarei boas novas a seu respeito.
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Nanael Soubaim
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20:22
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Vício: Eyeko


O Glitter Eyeliner e o Pretty Polish vieram de brinde. Amay. O Eyeko Magic Eyeliner eu acabei vendendo, o Pastel Polish tá indo pra Novo Hamburgo encontrar seu lar junto às unhas da Debs, o Pretty Polish vai ficar com minha mãe, que demonstrou um certo apego ao ver o frasquinho rosa. O Vamp Polish já está nas minhas unhas, ele é azul, mas não dá pra notar muito bem, joguei 3 camadas e ele ficou preto, como vocês podem ver abaixo (tá, a foto é uó, mas eu ainda não domino a arte de fotografar unhas, relevem):
A embalagem é a coisa mais fofa, bem pequenininha (esmalte hobbit, como a Debs definiu). Agora eu quero todas as cores, não posso fazer nada se não fabricam nada parecido aqui no Brasil.
As embalagens dos Fat Balms também são perfeitas, eu ando com a caixinha dentro da bolsa. Já usei dois: o Minty (caixinha azul) e o Strawberry (caixinha vermelha). O Minty deixa os lábios rosinhas e tem um cheiro fresh que dá uma sensação de refrescância, o Strawberry deixou minha boca com um tom vermelho-mas-não-muito que eu adorei totalmente. Difícil escolher qual é o melhor. Já são meus batons preferidos disparadamente, duram um tempão, são cheirosinhos, deixam a boca com uma cor linda e discreta. Também dá pra usar como blush e o efeito fica legal, só não dura muito tempo. Ainda tô decidindo o destino do Raspberry...
Os cremes são tudo de bom e mais um pouco. Tô usando mais o Tinted Cream (caixinha amarela-dourada) pra aproveitar a cor que eu peguei lá na ilha, no Carnaval. Eu odeio base, pó e essas outras coisas do tipo, então, me encontrei nesses cremes: dão um brilho suave. Passo um pouquinho, espalho bastante, jogo o fat balm e estrou pronta pra sair. Adorei, adotei. Maquiagem carregada é uó, me encontrei com os produtos "light" da Eyeko. Até mesmo o Glitter Eyeliner, olhando pro frasquinho você até pensa que é uma coisa meio dragqueeniana, mas nem. Fica bem legal, não sou muito de usar delineador, mas testei em frente ao espelho e acho que cairá bem numa maquiagem para festas. Só falta conseguir manejar adequadamente nos meus olhos.
É isso, migs, viciei! Já estou elaborando a próxima listinha de compras. Tomara que eles lancem mais produtos - meu cartão de crédito não agradecerá, mas...
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Rafaela
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Medo
WTF ?
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Rafaela
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Ah, Amélia.
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Nanael Soubaim
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17:27
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