Dando continuidade à série de Vídeos Asfixiantemente Engraçados (VAE) e ligeiramente imbecis, apresento aos senhores, Dona Edith. Trata-se de uma líder comunitária que está a lançar seu livro "Como educar seu filho... Na favela!" tornando públicas dicas valiosíssimas, como vocês poderão constatar.
Os créditos são do projeto Terça Insana e o talento da Dona Edith é na verdade do fantástico Luis Miranda (o "Moreno" de Sob Nova Direção).
A direção deste blog aconselha os leitores a não assistirem a esse vídeo comendo nada que possa alojar-se irremediavelmente em suas respectivas úvulas.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Para Se Rir [ parte 2]
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Davi Coelho
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Assunto de macho!
Morando numa casa com pai e três irmãos, costumo ouvir conversas sobre futebol o tempo inteiro. Não acho que isso seja ruim, muito pelo contrário. Mas não consigo deixar de me perguntar como é que eles conseguem guardar tantas informações (in)úteis na cabeça.
Eles conhecem todos os times, até os da décima-quarta divisão do campeonato lituano. Comentam, com a maior naturalidade, que o Vasco contratou Mirosvaldo César, aquele, que começou a carreira no XV de Jaú, passou pela Ponta Preta, jogou no Lazio e que agora resolveu voltar ao Brasil.
Na hora do almoço, pululam nomes como Juninho Pernambucano, Fábio Baiano, Sandro Goiano, Márcio Mossoró e Ronaldinho Gaúcho (o único da lista que eu conheço). O que me vem à mente, ao ouvir tais nomes:
a) Sobrenomes existem para quê, mesmo?
b) A imensa criatividade dos boleiros, na hora de adotar um nome “artístico”, é digna de admiração.
c) Quem é essa gente?
Não tenho a menor facilidade para acompanhar as reviravoltas do mundo futebolístico, até porque não me interesso tanto assim pelo assunto. Na minha cabeça, Marcelinho Carioca ainda joga no Corinthians, Túlio Maravilha ainda é a estrela máxima do Botafogo e Romário continua unha e carne com Edmundo. E até fico surpresa, quando descubro que tais fatos fazem parte do passado. Afinal, tudo era tão divertido na “época do Túlio”...
Sendo assim, não posso me meter muito nas conversas sobre futebol. Não me dariam atenção, mesmo... Fico quietinha, escutando tudo e tentando decorar pelo menos alguns nomes e escalações. Nunca dá certo, mas eu tento!
Se me deixassem expressar minhas parcas impressões acerca do esporte bretão, eu diria que:
a) Existe um jogador português chamado Cristiano Ronaldo. Jamais esquecerei Cristiano Ronaldo, pois Cristiano Ronaldo tem nome de galã de novela mexicana. Adoro!
b) Em tempos de Copa do Mundo, não posso perder os jogos da seleção italiana. É a maior concentração de homem bonito por metro quadrado!
c) Vampeta já posou para a G Magazine. Atentem para este fato. Um jogador cujo apelido é a fusão das palavras Vampiro e Capeta! O que deu na cabeça dos editores da revista? Será que foi uma edição especial de Halloween?
d) Confissão bombástica: eu vi a revista. Mas isso não pegaria bem revelar numa reunião familiar...
e) Bola na rede é gol. Precisa mais?
Por essas e outras, prefiro deixar o futebol para quem entende do assunto. Se existissem mais Davids Beckhams e menos Mirosvaldos Césares, talvez eu me interessasse um pouco mais por esse mundinho. Enquanto esse dia não chega, eu fico com as minhas novelas.
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Luna
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domingo, 6 de janeiro de 2008
Voando Solo
Namorar é ótimo. Dá cores e emoção à vida, mas tem um detalhezinho irritante: não está sob o nosso controle. Conhecer a pessoa certa é uma loteria, e até lá, a gente tem opções: se virar com o primeiro mané (ou bruaca) que aparecer, ou relaxar e aproveitar os charmes da solteirice.
Você pode arranjar a decoração com todas as suas coisas favoritas. Ninguém reclamando dos acessórios de pelúcia, nem implicando com a coleção de latas de cerveja, por exemplo.
Uma moça solteira pode até descobrir que não precisa de ajuda para arrastar os móveis, e que trocar a bucha de uma torneira não é nenhum trabalho de engenharia.
Ir só até onde quiser na rotina de beleza, só arrumando o que achar necessário para se sentir bem. Bônus para quem jogar privada abaixo todos os cosméticos com “Sedução” ou “Sensual” no rótulo (a menos que queira cheirar como uma boneca Moranguinho).
Declarar, quando quiser, moletom furado e chinelo como o must da temporada.
Não precisar nem saber da existência de programas de caras que gritam uns com os outros, enquanto transformam um carro/moto perfeitamente bom em algo irreconhecível. Ou de mulheres falando ao mesmo tempo em discussões de duas horas sobre Botox.
Ir a todas as feiras de artesanato, exposições, peças de teatro e cursos que quiser, sem precisar olhar para um ser de tromba amarrada achando aquilo um porre, apesar de ter insistido para ir com você.
Não precisar fazer de conta que se importa com a escalação do time X, especialmente quando torce para o time Y.
Não precisar sentir ciúmes de carro, moto, ou seja lá que aparelho for (insira aqui piada de vibrador da sua preferência).
Chegar perto de um bebê, sem fazer ninguém se borrar de medo, achando que o mero contato com o petiz vai deixá-la com vontade de ter um seu.
Só ter que agüentar os seus puns.
Cultivar um jardim bacana, sem se preocupar se as petúnias vão virar estacionamento.
Apertar o tubo de pasta de dente onde bem entender.
Não precisar prestar atenção na posição do assento da privada.
É claro que dá para fazer todas essas coisas ao lado da pessoa certa, ou, pelo menos, ter alguém cuja companhia faça a amolação valer a pena. Mas até segunda ordem, ficar por conta própria não é nem de longe tão ruim quanto pensam os bem intencionados que sutilmente sugerem aquela simpatia chama-marido na noite do Ano Novo.
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Anônimo
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Reinício...
Esse foi, talvez, o primeiro ano que eu não senti a mudança.
Explico: Todo ano, quando chegavam Natal e Ano NOvo, depois da meia-noite do dia 31 de Dezembro, dava uma sensaçãozinha de que o ano REALMENTE tinha acabado.
Que agora as coisas "VÃO MUDAR". Que "VAI SER DIFERENTE". Ou o melhor de todos: "Até que enfim esse ano ACABOU!"
Mas desta vez, essa sensação não rolou.
Não sei exatamente porque. Não foi a bebida. Eu não bebi, estava a uma semana tomando remédios, por causa de um dente do siso que eu tive que arrancar no dia 26, que além de inflamado estava infeccionado.
Mas desta vez, a sensação NÃO ROLOU.
Talvez seja minha mente finalmente aceitando que não existe mágica.
O mundo muda, mas lentamente.
Não de um dia pro outro, não de um minuto pra outro.
Mas com o dia-a-dia passando, um dia após o outro, com eu mesmo protagonizando os momentos que farão a vida mudar.
Mas eu não sou partidário desse tipo de pensamento. Eu sei que não sou sozinho no mundo, e MUITAS, mas MUITAS coisas mesmo dependem não apenas da minha vontade, mas de muitos. Eu sozinho não decido o destino do mundo. Nem tampouco da minha própria vida. Uma vez que as decisões de outros podem me afetar, eu não sou dono de tudo.
Tá, me chamem de provinciano, de demente, do que quiserem.
Mas eu penso que é assim.
Se não for também...
Eu ainda não estou em 2008.
Porque a sensação "não rolou".
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Edu
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Resoluções para 2008 e talicoisa
Eu amo São Paulo no fim de ano. A cidade fica linda! Silenciosa, sem filas, sem trânsito, sem gente. Praticamente um sonho. Consegue-se até colocar os pensamentos em dia. Foi o que eu fiz. Gosto de pensar naquilo que pretendo para o próximo ano. Uma listinha de resoluções, sabe? Então, eis a minha:
Aumento de salário
Sim, Melissa precisa de um salário mais alto. Já fiz a solicitação, chefe está a pensar e Melissa está aguardando o resultado de tanta reflexão. Se não conseguir o que eu anseio, a situação me leva a outra resolução: um novo emprego, que pague o que eu quero. Sou uma moça decidida. E leonina, como sempre ressalto.
Save money
Pretendo nesse ano de 2008 engordar minha poupança. A bancária. Está nos meus planos separar uma quantia maior do orçamento mensal para guardar, mas isso depende da primeira resolução aí em cima.
Um carro
Diretamente ligado ao fato de guardar dinheiro está a aquisição de um automóvel. Mas não pensem vocês que eu vou usá-lo para trabalhar todos os dias. Nem pensar. Eu e o trânsito de São Paulo não combinamos, sou muito estressada. Além do combustível gasto, que é exorbitante. Pelo menos pra mim, que atravesso a cidade para trabalhar every day. Quero meu carrinho para sair nos fins de semana e viajar quando eu quiser. Simples assim.
Pós-graduação
Faculdade já concluída, agora é tempo de pensar em uma especialização. Não sei se iniciarei um curso durante esse ano, mas pelo menos decidir qual eu quero fazer já é um bom começo. Tem um monte de curso que eu quero fazer. A escolha tá difícil. Quero fazer alguma coisa que eu goste (óbvio) e, ao mesmo tempo, some à minha vida profissional. O problema é que eu não sei se quero ser assessora de imprensa pelo resto da vida e escolher um curso relacionado a essa área pode ser um equívoco. E depende também da primeira resolução (Cáspita, tudo nessa vida depende de dinheiro? Detesto ser gente grande.) Whatever. Preciso pensar.
Ler mais livros
Sempre fui uma apaixonada por leitura, mas confesso que no ano passado o número de livros lidos por mim foi ridículo. Pelo menos para esta que tem o costume de ler pelo menos um por semana. Colocar a leitura em dia é umas das principais resoluções para esse ano.
Um namorado
Essa não é bem uma resolução. Tô indecisa ainda sobre o assunto. Às vezes eu penso que quero, afinal, estou a quase um ano solteira e é sempre bom ter alguém para brigar na TPM. Brincadeira! Mas, ao mesmo tempo, minha vida de solteira está tão boa e namorar dá tanto trabalho que eu já fico com preguiça só de pensar. Não quero abrir mão da minha liberdade. Portanto, preciso de um ser do sexo masculino que acompanhe meu ritmo e respeite meu espaço. Se for alto, moreno, forte e inteligente pode mandar o currículo para análise, ok? Agradecida.
Reveillon na avenida Paulista
Podem me chamar de louca, mas eu sempre quis passar a virada de ano na Paulista. Eu sei que é estranho. Eu não gosto de muvuca, mas dessa festa eu quero participar. Só não consigo arranjar mais alguém tão insano quanto eu capaz de enfrentar aquela loucura. Eu queria ir nesse ano, mas saber que Leonardo ia chorar (desculpa, mas aquilo não é cantar pra mim) no palco me desanimou e eu não fui. Mas fiquei morrendo de vontade de ver o show do Lulu Santos. Esse ano eu vou! E não há quem me segure.
Se alguém tiver um desses sobressalente, favor entrar em contato.
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Melissa de Castro
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10:23
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Solilóquio de um Apaixonado [reloaded]
Brasileiros, foi dada a largada.
E o meu desejo pra 2008 é que sejamos bravos. Que não nos acovardemos diante das adversidades que virão. Que sejamos bravos e que com nossa bravura, conquistemos nossos sonhos.
E que comemoremos juntos! E que celebremos e dancemos juntos.
Façamos de 2008 um ano fodástico!
Quero convidá-los a recordar comigo um texto que escrevi há dois anos e que foi publicado no jornal O Estado do Maranhão. Cliquem na imagem e boa leitura.
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Davi Coelho
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terça-feira, 1 de janeiro de 2008
E que venha 2008!
A melhor coisa do ritual de passagem de ano é que mesmo quando a gente está pra baixo, sempre surge uma pontinha de esperança. Mesmo que seja apenas por algumas horas, as pessoas desejam o bem, da forma que for, comemorando ou não, todos anseiam por mudanças.
Não costumo fazer pedidos ou promessas, apenas agradeço por tudo que tenho e penso o mais positivamente possível para o próximo ano.
Se conseguíssemos manter pelo menos um pouquinho desse sentimento de renovação, os anos seriam bem melhores. 2008 vai ser melhor do que 2007, e eu sei disso apenas porque eu acredito, só precisamos acreditar e seguir em frente.
Então, um excelente 2008 e coisaitali para todos vocês - os que escrevem e os que visitam o blog e que eu tive o prazer de conhecer, ainda que virtualmente!
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Rafaela
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14:47
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