segunda-feira, 30 de junho de 2008

Sexo? Eu passo!

Antes que venham me chamar de frígida ou de assexuada, eu explico os meus motivos. E aposto que você também preferiria qualquer outra coisa, até jogar Banco Imobiliário, a "ter relações carnais" com qualquer das criaturas retratadas neste texto. Infelizmente (ou felizmente, porque foi tudo muito divertido), todas as histórias são verídicas.

Motivo Um: Pinóquio

Aos dezoito anos, certa vez, eu fiquei com um cara. Foi aquela coisa de sempre, beijinho aqui, beijinho ali, mãozinha acolá. Lá pelas tantas, o rapaz se empolgou e me fez uma proposta:
- Vamos lá pra casa!
- Não posso, tenho que voltar pra casa com a minha prima.
- Ah, mas avisa ela que tu tem outros planos...
- Não dá.
- Lá em casa tem piscina!
- ...
- Vamos! Tu vai gostar!
- Não posso, sou virgem.
- Não tem problema! Eu já tirei a virgindade de mais de 20 gurias!
- ...

Depois desse diálogo, eu fiquei com vontade de arrancar os olhos desse camarada. Um homem convidar uma guria para passar a noite com ele não tem nada demais. A gente até espera por isso, mesmo que não tenha a intenção de aceitar. Tudo começou com a história da piscina. Ficou parecendo: “Ah, ela não quer dar pra mim, mas se souber que eu tenho posses, vai mudar de idéia!”. Posses? Grande coisa ter piscina em casa! Mas a cereja do bolo foi mesmo a parte das “mais de 20 virgindades”. Ele deve ter pensado que eu ficaria muito satisfeita de “entregar a minha virgindade” a um cara tão... experiente. Quem quer ser mais uma de uma lista que nem existe? Vinte mulheres não teriam a mesma idéia de jerico de se iniciar sexualmente com o mesmo cara! A não ser que elas nunca tivessem tomado banho de piscina...

Motivo Dois: Eu não sou cachorra, não!

Outra vez, numa festa, estava eu no maior amasso com um gatinho, quando ele disse uma frase inesquecível, que me deixou toda arrepiada:
- Tira as calças!

Fiquei mesmo toda arrepiada, mas de pavor. Se alguns homens, como o da história acima, pecam pelo excesso de lábia, esse aí pecou pela falta dela. Como assim, “tira as calças?”. Assim, sem mais nem menos? Não tirei as calças, o que dirá o resto da roupa. E ainda fiquei imaginando como seria, se tivéssemos ido aos finalmentes... Ele passaria o tempo todo me dando ordens: “Pega...”, “Chupa!”, “Deita!”, “Isso... Agora, senta!”, “Mais pra baixo...”. Isso é sexo ou é adestramento? Preferi ficar sem saber...

Motivo Três: A princesa e o plebeu

No meu segundo encontro com Vandercleidson (nome fictício), foi tudo perfeito. Eu estava muito a fim dele e tinha esperanças de que iríamos namorar. Era inverno, a gente bebeu vinho e saímos pela cidade, só nós dois, de mãos dadas. Tudo muito romântico, do jeito que eu gosto.
Como a Lady Murphy sempre aparece nos melhores momentos, desta vez não foi diferente. Passamos por uma praça, onde funciona um camelódromo, durante o dia. O lugar era cheio de barraquinhas de madeira.
Não sei como, nem porquê, mas as tais barraquinhas deram idéias lúbricas ao Vandercleidson. E foi aí que o príncipe virou sapo. Que tipo de homem se excita num camelódromo, gente? Isso é muita pobreza para a minha cabeça.
Se por acaso a gente estivesse namorando firme, eu até poderia considerar a idéia de realizar uma fantasia sexual bizarra do meu amor. Mas era o nosso segundo encontro, a gente nem se conhecia direito! E, se o namoro fosse adiante, eu lembraria para o resto da vida que a nossa primeira vez foi num camelódromo! Repito: isso é muita pobreza para a minha cabeça. Pô, nem pra pagar um motel!

Motivo Quatro: Olha o quibe!

Não posso deixar de contar meu encontro com Theodomiro. Ele era lindo, de verdade. Loiro de olhos azuis (ou seriam verdes?), forte na medida certa, engraçado, inteligente, beijava bem... Um espetáculo de homem.
Um belo dia, na casa dele, estávamos no maior agarramento. Passa a mão aqui, passa a mão acolá... Quando a minha mão chegou onde deveria chegar, tive uma surpresa. Não consegui encontrar o quibe.
Calma lá, ele não tinha uma esfirra no lugar do quibe! O quibe estava lá, mas só podia ser visto e tocado com o auxílio de uma lupa e de uma pinça. Meu mundo desmoronou, naquele momento.
Fiquei sem saber o que fazer, de tanta decepção. Dizem que as mulheres não se importam com o tamanho do quibe, mas é mentira. De minha parte, posso dizer que ninguém precisa ter um instrumento de trabalho gigantesco, mas muito pequeno também não tem a menor graça. Tudo tem que ter um equilíbrio, sabe?
Enfim, acabou que eu fiquei sem quibe, ele ficou sem esfirra e fomos felizes para sempre. Separados. Só que ele nunca soube o motivo pelo qual passou fome naquele dia.

Conclusão: Eu sou muito fresca. E chata. E exigente. Quero um homem que não fique inventando histórias para me levar para a cama.Um homem que tenha o mínimo de sensibilidade. Um homem que não queira me levar para o camelódromo, porque eu mereço mais do que isso. Um homem, digamos assim, visível a olho nu. Será que é pedir muito?

Especial Talicoisa Porn Week

domingo, 29 de junho de 2008

Certo X Errado = Normal

Volta e meia, esse pensamento fica grudado em mim.

O que é Certo? O que é errado?

Tudo depende de pontos de vista. De cultura. De meio-ambiente.

Pra nós, brasileiros, sul-americanos, terceiro mundistas, cristãos por força do hábito, certas atitudes são inaceitáveis.

Atitudes que, para um sudanês, africano, também terceiro mundista, mas forçadamente cristão, porém cônscio de suas raízes tribais, são totalmente normais. Fazem parte de sua cultura.

O chinês, oriental, asiático, comunista (ou não), taoísta (ou budista), vai enxergar de outra forma.

O conceito de normal e anormal, de certo e errado, variam conforme as culturas. O Coreano come cachorro. Coisa inaceitável no Brasil, aonde existe uma relação muito estreita entre donos e cães. Pra nós, cães são praticamente membros da família.

O Africano que ainda tem raízes sólidas na cultura tribal, realiza sacríficios animais para os seus deuses. No Brasil isso também acontece, nos cultos de nação africana, conhecidos genericamente como Candomblé.

Nos EUA, uma atitude dessas acarretaria prisão, em certos estados.

No final das contas, o que se pode dizer é que jamais se pode julgar uma pessoa ou povo por suas atitudes. Aquilo está enraizado na cultura de cada lugar. Faz parte da cultura desse determinado povo.

Pode-se julgar um japonês por cometer suicídio? Não, faz parte da cultura deles o hara-kiri.

Pode-se julgar um coreano por comer carne de cachorro? Não, faz parte da cultura deles. Seria o mesmo que os hindus, que cultuam as vacas como seres sagrados nos julgar por comermos bifes nos finais de semana. Ou a semana inteira, pra quem pode comprar sempre.

Pode-se julgar os franceses por não tomar banho? Aí até que pode, porque o cheiro deve ser bem desagradável.

Enfim...

Não se pode julgar, não se pode ver as coisas, pessoas e culturas, com um olhar fechado, limitado. É preciso entender antes, o que leva à isso. O que faz disso normal, na cultura de cada um.

Mas sempre tendo respeito. Afinal, nós também não somos santos...


Vai uma divindade hindu no capricho?

--§--


Atenção, povo. Amanhã Luna inicia a TCPW, Tali Coisa Porn Week. Sim, Porn.
Resolvemos fazer uma semana especial de liberação de hormônios, sem restrições.
Mas sem vulgaridade, também. Infelizmente. :P

Acompanhem!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Crise Verborrágica Besteirística dos Encostos Pós-Modernos em Pseudo-StandUp

“Marcelo Médici já explicitou alguns desses ditos encostos pós-modernos AQUI. Um dos mais interessantes seria o do Ursinho Pooh. É, já que esse é um personagem muito querido, um fofo... Mas ninguém quer transar com ele. Nem o Leitão. Aliás, sexo entre esses dois seria no mínimo bizarro. Tipo, fim de carreira dos caras. Eles na capa de Brasileirinhas. O Ursinho Pooh com o Leitão no colo. Este último com um semblante lascivo. Pooh de meia arrastão e scarpin cor-de-rosa choque. Depois, numa entrevista, declaram que é um trabalho como outro qualquer. Dias depois, algum roteirista declara em seu blog que dizer isso seria insultar a todos os desenhos animados que minimante sustentam suas carreiras a troco de trabalho digno.

Mais um encosto presente em nossos dias, seria o Encosto do Padre do Balão. Me conte se você nunca se viu alheio às discussões que estavam sendo feitas na escola, por exemplo. O chefe falando dos resultados na reunião da empresa e você lá, no outro mundo... Plunct Plact Zum... Pois, é. É esse teu momento “Estou voando, não sei bem onde estou... GPS? Do que se trata? Alguém controle a porra do balão”.

E todo mundo já deve ter tido um momento de desapego à sua postura diante da sociedade, sabe? Tipo, “tô cagando e andando pro que vão dizer pra mamãe.” Aí se dana a beber, cai, raspa a cara no chão, vomita no sapato do amigo, lambe a cara da colega... E por aí vai. Se você tem vivido momentos assim, por conta da realidade lamentável que te assola, eis que tu tens o enconto Winehouse. Teu fim é trágico, colega. Sai dessa vida.

Ainda tem vários outros encostos... Tipo o da Menina Isabela. Eu nem vou me ater a esse, porque é uma coisa traumática... As pessoas se sensibilizam, aquela coisa toda. Tem um momento “Respeita a dor da família, etc e tal” Mas Isabela já rima com janela, gente... Tem todo aquela questão da predestinação, enfim... Tem o encosto da Ângela Bismarck, né? Encosto Luíza Mel. Mas é que já me torrou o saco, isso aqui. E essa vidinha de estudante não raro me cansa. Vontade de estender as pernas ao relento e espalhar os textos da faculdade a esmo, pelo quarto... Que encosto é esse? Nova modalidade a ser catalogada. Já chega. Tchau.”

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Inverno é chique!

Ah, que beleza que é o inverno! Comer pinhão. Passear na Serra. Tomar chocolate quente na frente da lareira. Dormir com um edredom de penas de ganso. Usar casacos de lã uruguaia (os mais quentinhos que existem). Comprar um chapéu estiloso. Assistir a um bom filme enrolado numa manta. Comer, comer, comer! Ninguém fica suando. A chapinha e a escova duram mais. As pessoas se arrumam melhor. Inverno é chique!

Sim, inverno é chique! Não há nada mais elegante do que uma tosse encatarrada. Aposto que isso atrai o sexo oposto mais do que qualquer outro artifício. Você dá aquele olhar de soslaio, joga o cabelo e tosse, tosse, tosse, até o rosto ficar vermelho e saírem lágrimas dos olhos. Quanto mais catarro o seu pulmão tiver, melhor. Assim, quem sabe, você pode até dar uma cusparada no chão. Ou num lenço, vá lá. Chique de doer. Sexy a não mais poder.

Se você tiver sorte, mas sorte mesmo, pode até ir parar no Pronto Socorro. As chances de conhecer o amor da sua vida lá são grandes. Quanto mais frio, mais gente doente. E, saindo do PS, os pombinhos podem dividir o mesmo nebulizador, o mesmo xarope e trocar informações sobre catarro, crises de rinite e coriza. O amor é lindo, e se sobreviver a tanta escatologia, é verdadeiro.

Outra coisa podre de chique, no inverno, são as roupas. Você veste uma calça jeans, uma blusa de lã e um casaco pesado por cima, além de um cachecol. Isso é o que os outros vêem e talvez admirem. O que eles não sabem é que, por baixo de toda essa elegância, há: uma camiseta de manga longa, um blusão de lã mais fininho, uma meia-calça fio 40, uma calça de lã (ou pior ainda: uma ceroula!) e um par de meias três-quartos. Inexplicavelmente, mesmo com tanta roupa, você ainda treme feito vara verde. Tremer é chique? Andar com um monte de roupas que não combinam, uma por cima da outra, é chique? E num encontro amoroso, desabotoar a calça de alguém e dar de cara com uma ceroula é excitante? Tenho cá minhas dúvidas...

Existe só uma coisa que consegue ser pior do que as doenças respiratórias e a montanha de roupas que temos de usar durante o inverno: andar de ônibus. “Ah, mas no inverno as pessoas não suam!”. Quem diz isso está mentindo. Que eu saiba, as glândulas sudoríparas não hibernam. Elas continuam trabalhando direitinho, seja lá qual for a estação do ano. As pessoas suam, sim. E com um agravante: usam roupas de lã, quase sempre sintéticas, que ficam impregnadas com qualquer cheiro ruim, seja catinga, seja excesso de perfume. Para piorar a situação, existem os “enforcadores de banho”, que evitam a todo custo entrar em contato com água, assim que aquela frente fria chega da Argentina.

E o ônibus, nessa história toda? No transporte coletivo, além dos enforcadores de banho, encontramos também aqueles que derretem com pingos de chuva e aqueles que têm medo de vento. Logo, todas as janelas do veículo estarão fechadas. Os passageiros, como se não bastasse a imensa alegria de sofrer com a falta de higiene alheia, também têm grandes chances de pegar alguma doença respiratória, devido ao ar viciado e a aglomeração de gente encatarrada. Ou seja, tudo conspira para que você conheça o grande amor da sua vida no Pronto-Socorro. Inverno é ou não é uma coisa linda?

Inverno é chique, sim. Para quem mora num Estado onde não faz frio de verdade. Ou para quem pensa que a vida, em tempos de frio, se resume a tomar chocolate quente na frente da lareira. Quem dera fosse, minha gente!

(Texto dedicado a nossa teóloga Adriane)

domingo, 22 de junho de 2008

Diazinho mais ou menos....

Fio hj está fora da área de cobertura.

Escreveu estas palavras e saiu correndo, voltando à sua cama quente. Só a cama, porque sua vida sexual se restringe ao onanismo desenfreado.

Fio promete voltar na semana que vem, cheio de energia, garra, e um texto chato, pra variar.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Folhacorrida

Tudo começa ao trancar o portão. Nariz gelado, cabelo molhado, 4 pares de meia. Ônibus perdido. Ônibus lotado. Muito lotado. De um lado, alguém masca chiclete de boca aberta. De outro, a menina com o maldito cabelo também encharcado, mas de creme para pentear. Náusea pelo cheiro e pela boca aberta a ruminar. Ponto final: A avozinha que desce sofregamente do ônibus. A catraca do metrô que engole meu bilhete. A vontade de fazer o moleque engolir a mochila que enrosca na minha blusa. Mencionei o metrô lotado? Ler o livro, nem pensar. O MP3 e a saga para encaixar o fone de ouvido quase sem mover os braços. MP3 sem bateria: a maior frustração possível num metrô lotado, ao lado do maldito moleque da maldita mochila assassina com seu maldito radinho no último volume. Tocando funk, claro. Santa Baldeação, rogai por nós. Rogai duplamente, por misericórdia, porque se pego duas linhas de metrô, também tem mais uma de trem. Ambulantes do trem, que vendem chiclete (para mastigar de boca aberta, claro) caneta, sogra, tabuada, amendoim, mas não vendem paciência. Tudo isso aos berros, porque eles têm inveja de quem está sentadinho tentando ler ou tirar um último cochilo. Treze estações de trem e me livro do zunido do alto falante do vagão. Fila do ônibus (sim, tem mais um). Fumaça de cigarro da moça simpática da frente. Simpática a ponto de eu querer que ela morra afogada no seu café quente. Sobretudo depois dela jogar o copinho no chão. Eu relevo, já que não respingou café no meu tênis. Chacoalhões extras no ônibus, já na segunda hora desde o momento em que tranquei o portão, lá em cima. Entro na sala, ligo o computador e o meu dia começa.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Amor sem fronteiras

Vocês sabem que vira e mexe sou tomada por um romantismo e uma melação que ninguém sabe de onde vem. Neste último fim de semana o tal romantismo atacou de novo. Assisti ao filme P.S. Eu te amo e, óbvio, chorei horrores.

O filme não é mais um daqueles açucarados, pelo contrário. Inicia com um discussão de um casal, Holly (Hilary Swank) e Gerry Kennedy (o delícia do Gerard Butler). Ela está descontente com seu emprego, quer morar em um apartamento maior e deseja estabilidade financeira. Ele, acha que é o momento para ter filhos. Aí se dá o conflito, mas a discussão termina em beijos e abraços. Nesses primeiros cinco minutos do filme, percebemos que os dois se amam e se completam. Mas, logo em seguida, vemos tudo isso desmoronar com a morte de Gerry. Holly se vê obrigada a recomeçar a vida com objetivos diferentes, mas ela é tomada por um desespero imenso e não consegue nem ao menos sair de casa.

A primeira surpresa aparece no seu trigésimo aniversário, algumas semanas depois da morte de Gerry. Holly recebe em sua casa uma caixa com um bolo e uma fita cassete. Nesta, Gerryfala para a mulher que ela deve sair para se divertir. Sim, Gerry deixou a gravação preparada antes de morrer, assim como as cartas que começam a chegar em seguida. O objetivo das cartas é fazer com que Holly viva a vida de maneira mais divertida e mostram alternativas que talvez fossem difíceis de ser alcançadas sem essa ajuda. Ao mesmo tempo que Holly recebe as cartas, somos apresentados à história do casal, por meio de flash backs que esclarecem muitas coisas durante o decorrer da história.

Mas, mesmo diante da perda, o filme não nos deixa com um aperto no peito. Muito pelo contrário, é uma lição de vida e prova de amor. Eu vejo P.S. Eu te amo como o antagonista de Ghost, que mostra a morte como uma perda irreparável, quase como algo impossível de ser superado. P.S. Eu te amo faz exatamente o contrário. Gerry mostra o caminho para Holly retomar sua vida sem ele. Tudo de uma maneira sutil e da forma mais linda que eu já vi. Tá, eu to sensível, mas assistam ao filme e depois me digam se não é uma das provas de amor mais sinceras que vocês já viram. O filme conta a história de um amor que acaba, mas, de alguma forma, não termina. Tudo isso, junto com a trilha sonora, feixa difícil conter as lágrimas.

E eu não contive mesmo. Chorei rios, mas achei o filme, acima de tudo, uma lição de como lidar com uma perda tão grande. E, mais do que isso, que o amor pode, sim, ser eterno. E que o amor pode transformar as pessoas, mesmo depois que é tirado de nós.

O grande amor da sua vida se vai. É o momento de desistir de tudo? Pelo contrário, é o momento de mostrar que esse amor é o grande responsável pela sua felicidade.