terça-feira, 6 de novembro de 2007

O Escort XR3 Conversível e outras coisinhas!

Toda essa obsessão da Luna pelo Corcel 73 azul-calcinha me fez lembrar do carro preferido da minha infância: O XR3 conversível! Eu queria ser muito rica quando crescesse só para poder ter um na cor vermelha.
E ao lembrar do Escort eu comecei a desentocar da minha cachola coisas assim um tanto quanto tecnologicamente jurássicas para hoje em dia que eu achava o máximo:

Celular Gradiente Colorido: no mundo pré-histórico dos celulares o povo que tinha um se divida em três grupos:
a) O que tinha um Tijolão
b) O que tinha aquele primeiro Motorola de Flip (a elite)
c) O que tinha um Nokia ou um Gradiente de capinha colorida – e eu achava esse super fashion!

Walkman à prova d´água: era amarelo, modernoso, e poder ouvir música no meio do mar me parecia ser algo fantástico!

Polaroid: não dava pra imaginar algo melhor do que ter a foto na hora...

Bip: nas novelas da Globo todas as pessoas importantes tinham um Bip, todos os médicos também tinham um Bip, eu achava intrigante ver aquela caixinha funcionando!

Mini Gravador: as mini-fitas eram o melhor de tudo!






Imaginem daqui a 10 anos: qual vai ser o novo Ipod?

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

O primeiro amor ou Como ser patético sem fazer esforço




O amor é lindo, não é? É um assunto aparentemente inesgotável, que inspira desde gente chique e importante, como Shakespeare, até gente brega e desnecessária, como Zezé Di Camargo. Desde crianças ouvimos falar dele, nos livros de contos de fada, nas novelas, nas músicas e nas conversas dos adultos, que adoramos ouvir. Sabemos que, quando crescermos, vamos nos deparar com ele. E então, esse dia chega...

Eu tinha treze anos, estava na sétima série em uma escola nova. Naquele tempo, eu era mais feia que um raio: sempre magricela, cheia de espinhas e com uma cabeleira indomável. Estava em fase de crescimento, época em que algumas partes do corpo se desenvolvem antes do que outras, o que acaba dando à pessoa um aspecto bizarro. Parecia que eu só tinha nariz! Agora eu pergunto: uma pessoa nesse estado tem condições de atrair o sexo oposto? O cupido não poderia ter esperado um pouco mais? Claro que não! Imagina se os deuses vão deixar de se divertir às custas dos mortais! Jamais! E quando dei por mim, estava perdidamente apaixonada pelo Felipe.

Felipe tinha 13 anos como eu, mas nenhum defeito. Sim, essa é a primeira coisa se aprende com o amor: cegueira. Era dono de lindos cabelos loiros, olhos possivelmente azuis e uma voz rouca. Não estudava na mesma sala que eu, o que tornou ainda mais difícil ele saber da minha existência. Para completar o quadro da dor, o moço era popular e eu não.

O que nos leva ao lado patético da situação. Como se aproximar de uma pessoa popular, quando se é Betty, a Feia? Eu usei todas as armas que a minha timidez permitia: ficava lançando olhares de soslaio, outros olhares um pouco mais calientes (que ele não notou, ou pensou que fosse dor de barriga), passava umas duzentas vezes na frente dele no recreio e até fui à secretaria da escola para pedir seu telefone. Mas eu nunca liguei...

Enquanto isso, eu fazia planos para nós. Cheguei a escrever no meu diário que eu casaria com Felipe, seria veterinária e nós teríamos quatro filhos! De onde surgiu essa vocação para parideira, não sei. Também planejei exaustivamente o nosso primeiro beijo, ensaiei frases banais para dizer a ele, escrevi cartas de amor... A gente tinha até a “nossa música”, que era “Wind of Change”, dos Scorpions. Fora isso, eu pensava nele sempre que ouvia o Love Songs. Sim, minha gente, eu ouvia o Love Songs! A que ponto cheguei!

Outras conseqüências nefastas desse amor: não dormia direito, não me alimentava direito (devo ter emagrecido ainda mais) e também não queria saber de estudar. Estava sempre nas nuvens. Até fiz algumas tentativas (vãs) de melhorar a minha aparência, mas os cabelos continuaram iguais aos de Maria Bethânia. Droga de anos 90!

Um belo dia, tal qual bolha de sabão, a paixonite se desfez no ar. Não casei com Felipe, ele nunca me notou, se falei com ele, não consigo lembrar. Também nunca mais o vi... A única coisa que ficou foi a lembrança de dias turbulentos, mas divertidos. E uma pontinha de saudade, quando eu ouço “Wind of Change”, no rádio.

domingo, 4 de novembro de 2007

Aos meus netos, com amor


>> E nunca se substituirá o prazer contido no manusear descompromissado de um velho livro, na banca de sebo. Nem tampouco o cheiro de guardado, o encardido das páginas, a sensação de usado que cada uma das folhinhas explicita, como quem cochicha um segredo.

Nada superará a graça de aconchegar um calhamaço na palma das mãos, nem de abraçá-lo contra o peito, denunciando um carinho quase como o de filho.

Quem se atreveria a ocupar o lugar do ritual sublime de, quando já idoso o livrinho, reencaderná-lo colando as folhas que se soltaram como fruto maduro no tempo?

Da estante cada vez menor, remove-se a poeira, condenando-a por depreciar tão gracioso santuário. O relicário do saber, da fantasia que junto com as narrativas que trazem, narram também a tua história.

E quando se tem a honra de ser contemporâneo do autor que se aprecia, quem te furtará a felicidade de arrastá-lo da livraria? Recém-lançado e com aroma da fábrica, o bom amigo se junta aos demais, montando a fila de dorsos coloridos.

As telas frias dos computadores nem de longe conseguiriam traduzir o calor escaldante das palavras do escritor ao longo de quinhentas páginas de aventura. Não seria possível lamber o dedo e passar a página. Ou entranhar entre elas o seu marca-páginas favorito. Ou mesmo grifar uma frase ou outra que julgaste especial. Ou ainda passear pelos corredores de tua livraria mais amada, mesmo que sem um tostão no bolso.

Porque ao abrir um livro, novo ou velho, você vai muito além.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O programa submundo.

Todas as noites de segunda-feira à sexta-feira em que estou assistindo TV, invariavelmente, começa a bater um tédio, é sempre assim, pelo menos comigo é! Este tédio me faz começar a Zapear loucamente... Nessas zapeadas, sempre dou de cara com um sapo tosco. Não! Não é a reprise do Beija sapo. O que eu estou vendo, irmãos, é o Submundo TV, vulgo, Super Pop!
É incrível! Os produtores deste programa devem circular por todas as Zonas de prostituição, bocas de fumo, produtoras de filme pornô, inferninhos (talvez o próprio inferno mesmo), qualquer lugar onde haja pessoas dignas de aparecer no tal TALK SHOW.
E essas pessoas vão lá, cheias de coisas super construtivas pra dizer... Do por que ta fazendo filme pornô, por que começou a se prostituir, como conseguiu ser um ex-gay(???), etc... Nunca há um tema que sirva pra algo. A única vez que teve a apresentadora, possivelmente revoltada por não está falando com uma prostituta, soltou a pérola “Nossa, mas tudo isso de mulheres com câncer de mama? Só pode ser uma epidemia”.
Não podem ser consideradas prostitutas de respeito, traficantes bem sucedidos, artistas realmente falidos e esquecidos dos anos 80 se você não participou do programa da Luciana Gimenez.
E quer saber de mais uma coisa? Você (assim como eu e o resto do Brasil) gosta de assistir, mas não admite nem sob tortura.


"O que pode sair deste túnel? Tenho até medo..."

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Essa semana eu tive que escrever na sexta... Tudo por que vou ficar sem Internet durante o fim de semana por que vou viajar, aliás já deveria ta viajando...

Beijos para todos e bom feriado!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Eu não vi "Tiros em Columbine"

Essa semana eu pensei:

"O que nos leva à tomar atitudes? O que realmente move o ser humano?"

A pergunta é simples. Mas a resposta é uma das mais complexas.

Seria impossível contemplar todas as possibilidades dessa pergunta em um único texto.
Tentarei ser breve, embora isso seja difícil.

Começamos tendo que pensar em que tipo de atitude estamos pensando.

Atitudes como "levantar para ir pegar comida" ou "para ir ao banheiro", são meras necessidades fisiológicas, motivadas pelo funcionamento normal do corpo.

Outras, como "ir trabalhar" ou "ir à escola", já são um pouco mais complexas, porém, ainda estamos falando de necessidades estruturais. "Ir trabalhar" tem a ver com necessidade fisiológica, porque através do trabalho conseguimos dinheiro para (a priori) comprar comida, arrumar um teto, etc. Além de ser obrigação social.

"Ir à escola", por sua vez, é ligado ao "ir trabalhar", pois precisa-se ter estudo pra conseguir um bom posto de trabalho, para assim ter um bom pagamento, para assim poder ter uma boa vida. Obrigação social novamente.

Mas quero me referir realmente às atitudes impensadas, ou às atitudes que não seriam necessidades fisiológicas, ou sociais.

O grande ponto é que, em grande parte das vezes (as exceções são desvios de comportamento, ou patologias sérias, como a esquizofrenia), essas atitudes são impensadas, ou imprevistas, para quem olha de fora.

Pra quem vive, e toma aquela atitude, não existe nada fora do lugar.

Tudo é premeditado. Claro, NUNCA sairá tudo exatamente como planejado. Porque por mais que se planeje, ninguem vive numa ilha, sozinho. As pessoas que podem estar relacionadas ou não ao evento, podem interferir nele.

O ponto primordial do pensamento é: TUDO É PREMEDITADO.

Se não por mim, pelo outro.

O que motiva, em qualquer caso, pode ser qualquer coisa.

Me vem à cabeça a estória dos meninos de Columbine, nos Estados Unidos.

Marilyn Manson os influenciou? Dificilmente. As letras de Manson são um tanto quanto bizarras, mas não incitam a violência. São canções realmente de ódio à sociedade. Americana.

Jogos, influenciam? Dificilmente. Quem joga, sabe que isso é uma grande besteira. O que realmente acontece é que a pessoa "descarrega" a agressividade. Claro, houve casos de violência devido aos jogos. Mas casos isolados, de puro vício pelos games, ou seja, uma crise de abstinência. Claro que logo após o jogo, a pessoa fica agitada. Mas isso passa em 10 minutos.

Filmes, influenciam? Se influenciassem, haveria toneladas de "Jasons" ou "Freddy Kruegers" pelo mundo todo.

Ou seja. Nesse caso, antes de se botar a culpa em outros, ou seja, em algo externo, deveria se procurar dentro dos próprios garotos o problema. Claro, como eles se mataram, é impossível. Mas entendendo a estória, vê-se que eles direcionaram o ódio deles para a fonte de seus problemas.

Os filmes, o jogo, e a música, só fizeram passar pra eles uma imagem de si mesmos de heróis. Sim, heróis.

Eles viam a si mesmos como heróis. Sabiam que teriam que morrer no final. Como todos os heróis morrem.

Heróis de verdade.

Estavam lutando contra aquilo que não estava certo no mundo. No caso, a sociedade, representada microcosmicamente na escola.

Aonde eles eram tratados como animais. Apenas por serem diferentes.

Se fosse um adulto fazendo tal coisa, seria feito um filme mostrando como o americano tem vocação pra herói.

Como foram crianças, foi uma tragédia.

Mas ninguem parou pra pensar que eles foram heróis?

Não, ninguem. Precisou se arrumar um Cristo, para mostrar que eles não tinham culpa.

ELES, pais, familia, sociedade hipócrita.

Os verdadeiros vilões, que os garotos queriam combater.

Mas foi mais fácil arrumar um bode expiatório, pra queimar na fogueira das vaidades de um país doente.

Não somos diferentes, aqui no nosso país.

É mais fácil culpar o governo, por mazelas que o povo passa, do que essa sociedade doente.

O Governo não é bom. Nunca foi. Nem nunca será.

Porque ele mesmo é a sociedade.

Melzinha, muito prazer!

Hoje é a minha primeira investida no mundo dos blogs, portanto não esperem muito do que vão ler por aqui. Fazer parte do universo da internet não era uma das coisas que estavam na minha lista do que se fazer antes de morrer, mas o Fio possui uma grande capacidade de convencer as pessoas e eu caí na lábia dele. Mas, enfim, agora eu estou aqui e vocês terão que me aturar todas as quintas-feiras falando sobre coisas que, provavelmente, não mudarão nada na existência de vocês, leitores queridos do meu coração.

Acho que para vocês me conhecerem melhor vou enumerar minhas principais características. Vou listar, porque eu adoro listas e sempre quis fazer um texto nesse formato.

Sou séria, mas sou legal
Quando alguém me vê pela primeira vez, sempre diz que tenho cara de brava e de poucos amigos. Mas não é bem assim. Sou séria, é verdade, mas não mordo (a não ser que peçam). Eu tenho mania de andar na rua sem olhar para os lados, sempre focada, olhando pra frente, pensando na vida. Pode atravessar o Marcello Anthony (Oh, delícia!) na minha frente que eu não vou perceber. Essa minha postura faz com que as pessoas me achem metida, mas não é isso. Sou é distraída e presa no meu mundinho. Se a premissa de que a primeira impressão é a que fica for verdadeira, eu com certeza não tiro nota máxima nesse quesito. Mas eu sou legal, juro.

Apaixonada por tudo o que faz
Se existe um adjetivo que me descreve perfeitamente é apaixonada. Apaixonada pela vida, pelas pessoas que fazem parte do meu dia-a-dia, pela minha profissão, pela minha cadelinha, pelos meus livros, pela minha família, por vodca e destilados em geral (ninguém é de ferro, né, minha gente?). E, agora, pelo Talicoisa e todos os seus participantes que passaram a fazer parte da minha vida. Minhas paixões são o que me fazem caminhar em busca dos meus sonhos e conquistas. É para isso que vivemos, não é? Para se apaixonar!

Jornalista, mas limpinha
Escolhi como profissão a arte de escrever e contar histórias. Escolhi fazer Jornalismo por uma série de motivos, mas o principal é que eu acredito que o jornalista tem um papel específico na sociedade. Tudo bem que é uma visão romantizada da coisa, mas eu não desisto nunca. É até estranho eu nunca ter participado de um blog antes, já que minha rotina se resume à construção de textos. Não me imagino fazendo outra coisa sem ser jornalista (ok, confesso que já quis ser arquiteta e química, mas foram delírios passageiros, graças a deus). Sei que a maioria das pessoas não gosta de jornalista, acham que nós fazemos parte do lado negro da força, somos mercenários e coisitali. Mas eu sou limpinha, viu! Ah, e se alguém precisar de uma assessora de imprensa, tamos aí.

Não fale comigo pela manhã
Até as dez da matina eu não sou ninguém. Sério! Portanto, não adianta falar coisas importantes antes desse horário, porque provavelmente meu cérebro não registrará nada e você terá que repetir tudo. Ah, e eu sou muito mal-humorada também. Mas não é por menos. A donzela aqui acorda todos os dias 5h30 da matina. Praticamente uma operária. Ou melhor, uma cortadora de cana, uma bóia-fria...

Pisou no calo?
Na maior parte do tempo sou uma pessoa pacífica. Na maior parte do tempo. Mas não pisa no meu calo, meu bem. Você não vai querer me ver nervosa. É sério, não vai mesmo. E basta uma pisada na bola pra você nunca mais ter minha confiança.

Leonina, daquelas que rugem
Nasci sob o signo de Leão. Gosto de ser o centro das atenções, sou mandona, orgulhosa e tenho todas essas características de leoninos em geral. Então, para evitar problemas, já aviso que se eu não estiver em um bom dia e for grossa ou estúpida por aqui, pode esquecer que eu não vou me desculpar. Ah, e como típica leonina, sempre acho que estou com a razão. Portanto, nada de me contrariar. Tá, pode contrariar. Sou leonina, mas tenho coração mole...

Acho que pra uma primeira vez nem foi tão traumático assim. Prometo falar sobre assuntos mais construtivos da próxima vez. Ou não, porque de sério e sem graça basta meu dia-a-dia.

A gente se tromba por aí, cambada.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

"Minha vida, meu martírio"

E começa o meu expediente...

Devo iniciar dizendo que dentre as "criaturas bizarras" eu sou a maior...
Criar um blog era um dos meus projetos para as férias (minha meta para as férias passadas era jogar Super Mario World)... mas quando o Fio me convidou não pensei duas vezes para aceitar (deveria ter pensado; pois isto me tirou o sono na noite anterior).
Algumas coisas que todos devem saber sobre mim:

  1. Nunca me ofereça bebidas alcóolicas se eu estiver com o estômago vazio... a menos que vc queira pagar um kong ao meu lado;
  2. Ainda não convenci nenhum médico a me receitar Ritalina... portanto posso apresentar crises de TDAH... nesses casos meu QI caí consideravelmente;
  3. Nunca me ofereça bebidas alcóolicas, sejam fermentadas ou destiladas;
  4. Eu tenho sérios problemas com reticências e parênteses (acho que a Ritalina iria me ajudar);
  5. Mas Ritalina com bebida alcóolica não combina... portanto, não me ofereçam drinks de qualquer espécie...
  6. Odeio pessoas que ficam fazendo on/off no msn e que tentam manter contato comigo falando em miguxês (mas isto é assunto para outro post).
  7. Mas se mesmo assim a pessoa insistir eu mando um trojan e um litro de cândida camuflada na embalagem de smirnoff só de raiva.
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Após os últimos quatro e longos anos de minha vida cheguei á uma tese (nada científica): Todo professor parte do pressuposto de que você não tem mais nada á fazer do que estudar para a matéria dele... única e exclusivamente.
Eis que acabo de fazer um cronograma das coisas que tenho para fazer, e se fosse para levar a sério não terminaria antes da páscoa... pq do ano novo até o carnaval eu não funciono (assim como o meu país).
O que desanima é aguentar todas as pessoas que não dão o mínimo valor aos nossos esforços. Ora bolas... tenho direito a ter orkut, MSN e um Blog não tenho?? E daí que eu passo mais tempo com eles do que com meus cadernos??
O fato é que a única coisa na qual eu consigo realmente pensar neste momento está martelando na minha cabeça: Férias, férias, férias... e de vez em quando vem uma vozinha nos meus ouvidos que diz: sono, sono, sono...
A dura rotina de acordar ás 06:00, trabalhar, chegar em casa engolir uma comida, ir para o micro verificar caixa de e'mails, orkut, blog, flog, atualizar as conversas no msn, responder ás perguntas do YR, participar de fóruns e ainda ter que estudar e ir até a faculdade só para conversar com as amigas está acabando comigo... (porque após inventarem o e'mail professores não vão mais até lá... eles simplesmente entopem nossa caixa de entrada com orientações).
Decidi que a partir de hoje vou exigir os meus direitos... eu quero casa, comida, roupa lavada, dinheiro na conta e um diploma com todas as honras possíveis... afinal após tanto me esforçar eu mereço!!



P.S: São 00:29... estou postando na madrugada pois não poderei comparecer durante a tarde de hj como é de costume (facul... ou vc me mata, ou eu te mato!)





Feliz dia das Bruxas á todos: Tavessuras ou gostosuras??