terça-feira, 31 de março de 2009

No meu CrossFox eu vou sair

Stefhany, aquela que o Lucas Celebridade denominou Beyoncé do Piauí, alcançou o auge de sua carreira (espero que tenha sido, senão vão ter criado um monstro) ao aparecer no programa do Gugu no último domingo.
Eu encaro isso como um revide: não podemos esquecer que a Mallu Magalhães aparece outro dia no Faustão.
Não, eu não vi o Domingo Legal. Fiquei sabendo do ocorrido via Twitter, e aí voei pro Youtube. Precisava dar uma conferida no visual “demais” da Stef:


Acharam gatinha? Essa roupa e esse chapéu meio que me fazem lembrar de Tieta. Super conceitual da parte da Stef.
E o braço? Aliás, a coreografia dos clipes da Stefhany deixaria a Deborah Colker se roendo de inveja.
O clipe de maior sucesso da nossa Beyoncé piauiense é o “Eu sou Stefhany”. Mais conhecido como o clipe do Crossfox, se trata de um cover da música A Thousand Miles, da Vanessa Carlton.

Trechos como "no meu CrossFox eu vou sair, vou dançar, me divertir" e "eu sou linda, absoluta...Eu sou Stefhany" não saem da minha cabeça.
Até no shopping a Stef me persegue: tocou A Thousand Miles nos auto-falantes, mas aí a versão piauiense falou mais altou e eu saí cantarolando. Socorro!

Com vocês...A Beyoncé do Piauí (e fã de Amado Batista):
STEFHANY!

segunda-feira, 30 de março de 2009

15 motivos para amar Frank

1. Ele sempre tem novidades;

2. É hipocondríaco, mas não no sentido físico. Não pode ler sobre doenças mentais que logo acha que tem todas. Até autismo, veja só;

3. Agora está numa vibe astrológica e segue tudo o que o Personare diz. Parece coisa de celebridade maluca;

4. Qualquer dia, vai começar a acreditar também em numerologia. Tomara que o numerólogo o mande trocar de nome para Franj;

5. Foi ele que teve a idéia de fundar o Talicoisa;

6. Sabe todas as fofocas do universo e tem uma língua ferina;

7. Muda de assunto mil vezes na mesma conversa. Só uma mulher – e o Frank – consegue fazer isso sem se perder;

8. No meio de uma conversa, ele faz perguntas descabidas, que nada têm a ver com o assunto. Por exemplo:
- Como era mesmo aquele ritual do veado?
- Que veado? Que ritual?
- Aquele, das Brumas de Avalon!
- Não é veado, criatura, é gamo.

9. Ele ainda é lembrado no fórum do garotas que dizem ni, de vez em quando. Curiosamente, Frank nem fala mais sobre o fórum, nem das pessoas de lá. Um exemplo de superação! Podia escrever um livro de auto-ajuda sobre "como deixar o passado morto e enterrado";

10. Ele instalou o Messenger Plus só porque eu disse que tinha som emotivo do “Atoron perigon!”;

11. Ainda na época do fórum, ele foi homem o suficiente para adicionar a Rina no MSN. Medo!!! Pena que ela nunca tenha aparecido online;

12. Numa aula de inglês, ele traduziu todas as falas do vídeo do Véio que comeu e não pagou. E recitou tudo em voz alta, para o professor;

13. Amy Winehouse tem um álbum chamado Frank;

14. Ele dá boas dicas de leitura;

15. Porque sim.

sábado, 28 de março de 2009

Susto

O médico do SUS manda entrar o próximo paciente...
- O que você tem, meu amigo?
- Nada, doutor, nem um centavo.
- De facto, isso é grave. O que tem sentido?
- Murro, pontapé, tapa, chute, depende de quem bate.
Vai examinando o paciente gaiato. Enquanto ele fala, atenta para alterações de respiração, ruídos internos, tiques... Encontra sinais mais de estresse do que de qualquer outra cousa...
- Você vai me trazer os resultados destes exames que estou prescrevendo.
- E se eu não passar?
- Te dou cinco por ter sido camarada.
Dois meses depois, o paciente volta. Não esperava que conseguisse os exames tão cedo, pela saúde pública, mas tanto melhor quanto antes...
- Hmm... Alguma novidade? Tem algo a me dizer?
- Só na presença do meu advogado.
- O amigo está desempregado?
- Não! Deus me livre e guarde!
- Estou vendo aqui tão somente sinais de estresse, desgaste físico, nada que um período de férias não resolva.
- "Férias"? Que ser isto?
- Seu emprego não é formal?
- Sim, todos os três.
Começa a compreender. Olha para fora, há poucas pessoas, então pode delongar um pouco...
- Vou ser sincero com o amigo.
- Uai! Cê tava mentindo até agora?
- Não. Seguinte, dois pontos: O seu corpo está sofrendo um desgaste muito acelerado, se não reduzir o ritmo agora, pode enfartar a qualquer momento.
- Ra, ra, ra, ra, ra! Boa, conta uma de papagaio.
- Não é piada. Se você não reduzir o ritmo, em vez de ter um pai que ganha pouco, seus filhos serão órfãos que ganham menos ainda, vendendo bala nas ruas.
- Doutor, estou perdendo o dia de trabalho pra poder vir aqui. Eu trabalho todos os trinta dias do mês pra poder dar conta. Não tem jeito de parar...
Deixa-o falar. Percebe alguns pontos onde pode ajudar, mas espera que termine tudo, para não ser surpreendido. Chama um faxineiro, conversa com ele e em uma semana o paciente está se mudando para perto do centro. É um barracão de fundos, mas serão seis ônibus a menos por dia na despesa. Volta no mês seguinte e o médico nota a diferença...
- Putz! Só de não precisar pegar ônibus já te fez uma diferença, heim!
- Cê não viu nada. Pior era quando o ônibus me pegava e eu ficava em casa, engessado.
- Você faz sexo regularmente?
- Não, o meu já nasceu feito e a patroa gosta dele.
Os dois sabem o quanto é raro o que estão vivendo. A amiúde, médico e paciente mal se olham, Um fala onde dói, o outro passa uma receita e nunca mais se vêem. principalmente na rede pública.
Em dois meses o médico está atendendo noutro lugar. Os colegas sindicalizados se irritaram com sua insistência em atender decentemente o contribuinte, em vez de negligenciá-lo e colocar a culpa no governo, para justificar as greves em pauta. Mas ele continua atendendo como se deve.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O Bem Pensar

Em algumas situações na vida (como a que eu me encontro agora), você fica naquela de "ou vai ou racha".

Alguns racham, é verdade. Mas outros vão.

Mas não é ir no sentido definitivo (de morte e etc.), mas o sentido de vencer o que se apresenta à sua frente.

Você pode encarar as coisas como boas ou ruins, como pesadelos ou bençãos. Mas o que importa, realmente, é o que você faz com isso.

E nisso se encontra a questão do Bem Pensar.

Muitas vezes, um problema toma vulto maior se nos entregamos a ele, no sentido de achar que realmente somos os piores vermes do mundo, se nos enchemos de culpa, de dor, e de sofrimento. Transformamos, desse jeito, uma pequena pedra, numa rocha quase impossível de carregar.

Não estou dizendo que os problemas, as crises, não são nada. São sim, coisas que acontecem nas nossas vidas, pra trazer sempre algo. Seja uma revelação (no sentido religioso), seja pra nos fazer amadurecer, seja pra nos fazer compreender quem somos e o que fazemos.

De qualquer forma, uma dificuldade que surge é uma possibilidade de crescimento.

Bem Pensar sobre uma dificuldade não a torna menor. Mas faz compreender que, de uma forma ou de outra, é possível.

Muitas e muitas vezes na minha vida (e sei que com quase todos os seres humanos acontece o mesmo), eu cheguei em pontos em que a dor, o sofrimento, a tristeza, parecia não ter fim. E sou minha própria testemunha de que no fim, era possível. E foi possível. E eu venci. Com ajuda, de Deus, da minha família, de amigos, e tudo o mais. Sei que alguns vão achar piegas, mas com a ajuda de Jesus Cristo, também. Que é um amigo mais que especial, e pra todas as horas da vida.

Bem pensar não está ligado à religiosidade, em verdade. Se resume a saber encarar o problema na real proporção que ele tem. Não aumentar, nem fazer pouco dele, mas tampouco se entregar.

Problemas e dificuldades sempre vão surgir. O sofrimento é algo que vamos ter por toda a vida. Porque somos seres imperfeitos, e que como tal, precisam muitas vezes de "coisinhas" pra aprender a crescer e a nos tornarmos melhores.

Porque é isso que Deus pede de nós. Que sejamos melhores, sempre. Em alguns momentos ficamos estacionários, mas isso é normal. Quem não para quando se sente bem e confortável?

Mas o sofrimento acaba vindo, para nos tirar da inércia.

Por bençãos ou sofrimentos, o certo é agradecer à Deus.

Que nos traz sempre uma possibilidade de sermos melhores....


Pra finalizar, eu lembro de uma cena do filme "Melhor é impossível", em que eu ouvi uma das mais incríveis declarações de amor que um homem pode fazer:



"You make me wanna be a better man..."



Fully agreed, Melvin.

segunda-feira, 23 de março de 2009

A cara de Deus


Uma antiga canção de Joan Osbourne, chamada “One of us”, pergunta: “Se Deus tivesse um rosto, como ele seria?”. Ouvindo a música e viajando na maionese, decidi que Deus tem a cara do Robert Plant.

Sim, Deus é a cara do Robert Plant. Acho muito mais fácil acreditar num deus assim do que em um com longas barbas brancas, vestindo uma túnica até os pés. Até porque isso não é deus, é o Saruman. Saruman dá medo, e Deus é amor.

Por que pensei no Robert Plant? Não podia ser qualquer outra pessoa? É que ele tem – ou tinha – cachinhos dourados. Todos os anjos são representados assim. Deus é líder dos anjos, não é? E ele é – ou era – bonito.

Pensar num Deus sem rosto, feito de puro espírito, não é para qualquer um. A maior parte das pessoas precisa atribuir um rosto à divindade. Se somos humanos, nada melhor que escolher uma forma humanóide para Deus.

E, se temos sérios problemas mentais, nada melhor do que pensar que Deus tem a cara do eterno vocalista do Led Zeppelin.

sábado, 21 de março de 2009

Pelas ruas de Goiânia

Há alguns anos, andava à noite pela Santa Luzia, em Campinas. Ia comprar sorvete. Andando no meio da rua, um grupo de garotos totalmente desconjuntados tinha acabado de brotar do chão. Não eram indigentes, as roupas não eram muito ruins, só ridículas mesmo. Um deles me viu e se apressou...
- Aí, fera (voz mais pastosa do que manteiga de leite) tava te procurando pra te vender isso aqui, ó!
Primeiro que não gosto que estranhos tomem intimidades comigo; segundo que quem me conhece, sabe que não gosto que me chamem de "fera", "cara" e outros, muito menos em público; terceiro que eu não gosto de perfumes, muito menos falsificados.
Andava eu, há uns poucos anos, pelas ruas do Centro. Era a rua Seis, se não me engano, ia atravessar a Anhangüera. Nessa parte há muitos cartórios e tabelionatos, conseqüentemente há também muita gente precisando de uma photographia 3x4, daquelas que te deixam com cara de marginal ou molgol, não importa o quanto se prepare e se arrume. Do nada ouço um garotão que parecia estar sendo dublado pelo Zeca Urubu...
- Aí, doido!!! Vai uma foto aí, maluco?
Pelo berro que deu, não se pode precisar qual passante poderia tê-lo processado, porque todo mundo olhou, decerto que não era eu, ou o teria feito. Se bem que, lembrando vagamente da figura, o juiz é que ameaçaria me processar por ter levado o meliante mais uma vez à sua presença, tinha cara de assíduo no banco dos réus.
Na volta do serviço, ontem à tarde, estressado, cansado e querendo alforria, andava pela 24 de Outubro, em Campinas, pensando unicamente em uma refeição e ajudar uma amiga que estava precisando. Gente tonta tocando de roda e desviando subitamente sua trajetória, em meio à multidão, é fartura em Goiânia. Às vezes o retorno cansa mais do que a jornada de trabalho. Uma garota com o cós lá em baixo, cabelos ondulados até melecados de tanta química, segurando uns panfletos se dirige à minha pessoa como se me conhecesse desde que nasceu...
- Aí cara! Vamos colocar um piercing agora?
Não sei se ela notou, mas eu usava calças de alfaiate, camisa social, mocassins, pasta e um guarda-chuva. A descrição se parece com alguém que vai usar piercing? Terá ela me achado com cara de rebelde enrustido? O dono da loja não treina seus funcionários? Por que raios eu espetaria um pedaço de aço na minha pele?
Não por eu ser caretão até a medula, reconheço que sou e assumo. Mas as abordagens já foram mais bem feitas, principalmente na rua, à estranhos, em pleno horário de pico. Já não bastam os camelôs invadindo até a faixa de pedestres? Tenho a impressão de que qualquer um na rua vai me tratar com intimidades indevidas e me oferecer algo que não quero.
Eu até paro para ouvir, se a abordagem for boa. Dizer "Bom dia (ou tarde, ou noite, madrugada, sei lá) que tal uma tatuagem hoje?" resultaria em uma negativa amistosa e um "tchau". Tomar intimidades comigo só faz me repelir, é automático, me chame de "cara" sem me conhecer e eu sou automaticamente jogado por repulsão magnética para o outro lado da rua.
Mesmo que oferecessem algo que me interessa, não adiantaria se a abordagem fosse ruim.

O perigo

   Como é dito em todos os livros de filosofia moderna, vivemos em uma sociedade altamente narcisista. O ego superou qualquer coisa e muitas pessoas fazem de tudo para inflá-lo. Isso explica a proliferação de mulheres-fruta, Vivianes Araújos e todo tipo de gente correndo em busca da auto-afirmação. O que antes eram características apenas dos adolescentes, tornam-se características dos adultos. Talvez seja a solidão urbana que faça as pessoas perseguirem com todas as forças uma identidade, que nem sempre chega. A sede por reconhecimento em um mundo onde todos parecem anônimos é enorme. 
     Eu nem acredito que uso essas palavras para introduzir um texto sobre a análise de um vídeo. Se pararmos para analisar, contudo, é isso o que esse vídeo mostra. Então eu os convido a olharem atráves das aparências e tentar enxergar o que se esconde por trás do que poderia ser considerado pura e simples siacabância
      Vamos agora a uma profunda análise do vídeo "Atoron um perigon"


00:00 : Percebam uma menina gritando sem aparecer no vídeo. Essa garota - que pode muito bem ser a famosa Cláudia só quer aparecer às custas dos outros, é a famosa papagaio de pirata.

00:03 : É possível observar a agressividade com a qual Grace caminha, sua postura pode ser interpretada como uma tentativa de se impor, marcar território.

00:04 : Reparem a ingnorância de Grace ao abordar a "amapô", ele não pede licença,  não pára um pouco para poder falar com ela. Ele a aborda como se as convenções normais das boas maneiras estivessem abaixo de sua presença ou do que ele tem a dizer. Reparem ainda a forma como ele fita a câmera, esse olhar é uma forma não-verbal de pedir atenção para o que ele está falando.

"Advinha onde eu estava ontem": Reparem que ele não diz simplesmente onde estava ontem, ele pede para que ela advinhe. O que ele quer é criar uma atmosfera de suspense. Quer que por ao menos um segundo, a "amapô" pense nele, ou se importe com o que ele estava fazendo no dia anterior.

00:05 : "Aonde, queridán?" : Reparem no tédio da voz da "amapô", com esse tom de voz, ela está querendo dizer não só que o Grace está sendo entediante, como ele é previsível. É uma forma da "amapô" rebaixar a Grace depois de toda essa entrada triunfal e dominadora.

00:08 : Percebam como o rosto de Grace se iluminou quando a "amapô" fez uma pergunta sobre a vida dele. Nem parece que foi ele mesmo que induziu a pergunta! Parece a cara que a Renata Banhara faz quando a Sônia Abrão a "flagra" fazendo um tratamento de estética. Percebam também o quão glorificante é ir ao CAC do Rangel, como isso o separa dos demais, o faz uma pessoa divertida...

00:10 "com os traficantE": O traficante em comunidades carentes não só demonstra poder por ter dinheiro, mas também por possuir armamento e serem figuras muitas vezes perigosas, demonstrando poder. Quando Grace afirma que estava com os traficantes, ele está querendo dizer que estava ao lado do poder! Percebam que ao final dos 0:10 ele faz uma cara agressiva, como se, por estar ao lado dos poderosos, tivesse absorvido um pouco de poder

00:12 : Percebam como ele enfatiza a palavra "atoron" e a repete duas  vezes, essa é uma forma de impor sua opinião. O fato de dizer que "atoran" um "perigon" faz Grace se sentir mais corajoso que os demais.

00: 16 : O tchauzinho triunfal de quem conseguiu o que queria


Agora veremos outra demonstração de narcisismo do famoso Grace Kelly, dessa vez em uma entrevista. Uma situação na qual tudo está focalizado em você, na qual o entrevistado é o centro das atenções. Mas isso não é tudo para o homem moderno, ele tem que provar que é tão bom ponto de desprezar essa entrevista, por que ele é "mais que isso".


00:01 : Percebam que, agora que o interesse é realmente voltado para ele, Grace totalmente despreza os entrevistadores. Afinal ele já é uma estrela da internet, não precisa mais desse tipo de divulgação. O olhar dele é de puro desprezo, talvez devido ao fato dos entrevistadores não serem de um grande canal de divulgação.

"Bom, por que eu atoron Rihanna" : percebam que Grace deixou bem claro que não gostaria de falar sobre si para meros entrevistadores de internet, e logo tratam de mudar de assunto.  Mas sua linguagem corporal prova que ele quer sim aparecer.

00:08  "eu assisti o mv...mv...": Ao dizer isso, Grace quer dizer que está por dentro dos principais acontecimentos do mundo do show business, e esse erro proposital é uma forma de testar o entrevistador, para saber se ele está prestando atenção no que ela diz. A prova disso é que ela olha diretamente para ele.

00: 15 : A pergunta não é se as pessoas viram a Rihanna, no fundo ele pergunta se as pessoas viram o que ele viram, gostaram do que ele gostaram.

00:16 "só com o cabelo moicano" : Notem que o motivmo da Rihanna ser tão boa é o fato dela usar um estilo de cabelo parecido com o dele...

"Adoro a Rihanna, adoro o perigon dela!" : Mais uma vez ele dá enfase a palavra "adoro", o que me leva a crer que o que ele quer é ser adorado. Perceba que Grace mais uma vez usa o perigo como motivo de adoração.

"Eu gosto dela, ela sabe ser... Ela sabe ser..." : Repare que ao dizer isso ele passa a mão no cabelo, como quem diz, "Ela sabe ter um penteado igual ao meu"



   Galera, esse não é só um post, é um apelo para que asp essoas aprendam a olhar atrávez das aparênzzzzzZZZZzzzz...

Mentira, esse é o post-homenagem  aos aniversariantes da semana, EU (/grace) e Debs! Bjos!