quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Texto aleatório


Eu tou sem inspiração nenhuma pra escrever. Aí, como já fiz um texto sobre buscas aleatórias de frases no Gugou, pensei em cometer o mesmo crime, iniciando minha pixquisa com a palavra que justifica este aqui: inspiração. Vamos lá, apontando os primeiros resultados de cada palavra no auto-preenchimento.

1. Inspiração vai direto para perfumes. Sabe aqueles que "inspiram-se" em fragrâncias conhecidas? Pois é. Cópia agora mudou de nome e tem até cêenepêjóta.

2. Já perfumes o Gugou complementa com importados. Difícil a batalha das essências nacionais, hum?

3. Importados ligam-se a China... duvido que estejam falando de seda, marfim e quetais. O povo é besta, mesmo, quer usar um inspirado-em-marca-chique-feito-na-China e ainda dizer que é originalíssimo.

4. Já China se relaciona com aquela empresa de comida-chinesa-na-caixinha. Tanta coisa interessante da China e geral só quer saber de marcas "alternativas" e fast-food "tradicional" (em tempo, adoro essa comida).

5. A palavra caixa em inglês que vai na empresa acima liga a cinemas, algo de que eu realmente gosto mas quase não frequento. Preguiça aliada a um monte de outros fatores.

6. Cinema, a palavra, se complementa com a expressão "com rapadura". Acho intrigante.

7. E rapadura, gente, que se segue de açucarada? Oi, tem rapadura salgada e eu não sabia?

8. Açucarada não liga a coisa nenhuma. Estranho. Lembra-me o Quebra-nozes, por causa da fadinha. Mas, se não liga a nada, vamos a essa palavra, ué.

9. E vocês nem adivinham a que está acoplado o nada. Repara: "nada consta"!!! Incrível, frase típica de atestado de bons antecedentes e quetais, a primeiríssima ligada ao nada. Significativo.

10 Consta, para fechar essa listinha, vai pra música Dueto, de Chico Buarque, com a expressão "consta nos astros nos signos nos búzios". De um texto sem inspiração para Chico Buarque? E com Narinha Leão Cantando. É pra inspirar... no sentido original, não no sentido "cópia descarada" da palavra, né não?

6 comentários:

Luna disse...

Ai, era tão legal quando a China não tinha aquela vibe coidipobre. O povo voltava de lá com seda, marfim e estatuetas de jade. Agora... Prefiro não comentar.

Falando em coidipobre e perfumes, eu uso Chanel 5 genérico. É igualquinem!

Luna disse...

Não é à toa que Phio me chamou de pobre em seu último texto. Jamais o perdoarei! Hahaha!

Luna disse...

Eu de novo. Uma dúvida que me ocorreu: marfim não vem da áfrica?

Meg disse...

marfim não vem da áfrica? [2]
No shopping 25 tem um bando de perfumes "genéricos".
Mas eu sou tão pobre que uso made in Avon, Natura - Boticário já é mais looshoo.
Eu gosto do Anaïs Anaïs, da Cacharel, e do Amethyste (Lalique). But no money.

Adriane Schroeder disse...

O marfim ali se refere a objetos de marfim. A China era produtora de belíssimas peças, vindas dos elefantes asiáticos. Tanto caçaram o bich que o extinguiram da china aproximadamente no século VI de nossa era, aí foram caçar os elefantes indianos e outros.
Talicoisa também é cultura... ehhehe. ;-*
http://rpg_ficcao.sites.uol.com.br/Bestiario/Elefante.htm

Nanael Soubaim disse...

A única cousa que presta da China moderna é o investimento que fazem em carros eléctricos. E resta sim um elefante bem incômodo por lá: o Partido Comunista.