quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Se eu contar ninguém acredita

Tem coisas que acontecem na vida da gente que, contando, ninguém acredita.
Estava arrumando minha cama quando, num movimento para estender o edredon, simplesmente torci minha coluna.
Feriu, seriamente, e não consegui sequer ir trabalhar.
Tive de ir ao médico, fazer massoterapia, e o melhor é que ninguém pôde me ajudar.
Claro que fiquei com aquela impresão de que, quando sou eu quem precisa, nunca ninguém pode. Porque, né? Um pouco de drama, minha gente. Acho que não viveria sem isso.
Estranho como a gente consegue se ferir de forma boba.
Já me feri separando papel (me cortei com o papel, gente!), colocando a mão no forno recém-desligado sem proteção, segurando papel com a boca (gruda e arranca a pele dos lábios).
Já machuquei minha coluna outra vez, apenas fazendo um gesto de girar para pegar algo no chão e torci o joelho dentro de sala de aula, andando pra ver caderno de aluno.
Tem horas que eu acho que sou um poço de falta de habilidade.
A não ser na hora de fazer drama, porque daí, queridos, sai de perto!

5 comentários:

Glayce Santos disse...

Ah, mas eu também sou assim! não aguento mais me cortar com papel!!!!! tsc tsc

melhoras!

P*S Adriane, perdão por deixar um recado para outra pessoa aqui, tá...

P*S Dave, vcs venceram, liberei os comentarios no meu blog!

Adriane, Teóloga da Verdade Suprema disse...

Sem problemas, Glayce...
Vamo se cortando com papel. Heheheh!

josei disse...

Cortar a mão com papel é a dorzinha mais aflitiva que existe.
Eu já torci o pulso arrumando a cama, já cortei o dedo fechando uma garrafa de café e já dei mal jeito na coluna devolvendo um lápis para minha amiga, na faculdade. Também não sou muito habilidosa...

fabio_ disse...

Se machucando à toa? Fazendo drama?
sinais dos tempos, môbem!

Luna disse...

Já me cortei com papel diversas vezes. E já torci o pescoço outras tantas. Tudo viadági.